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Authors
Abstract(s)
A origem e expansão das indústrias gravetenses está associada às primeiras evidências
claras de regionalismos tecno-culturais entre as primeiras comunidades de populações
modernas no Ocidente europeu. Durante as últimas décadas, os modelos de
organização e variabilidade das indústrias líticas têm sido vistos como reflexo do
polimorfismo tecno-cultural que caracteriza o Gravetense. Tradicionalmente, a
expansão das indústrias gravetenses no Sudoeste Peninsuar c.32 ka calBP tem sido
visto como um processo uniforme, caracterizado pela ausência de uma significativa
variabilidade regionale diacrônica. Contudo, os dados provenientes da última década
de investigação evidenciam a presença de distintos fácies regionais e fases diacrónicas
durante o Gravetense.
Esta dissertação centra-se na variabilidade tecnológica e funcional das indústrias
líticas durante o Gravetense no sudoeste da Península Ibérica, usando como casos de
estudo indústrias líticas da fachada atlântica, Estremadura portuguesa e Sul de
Portugal, e Sul de Espanha. A variabilidade das indústrias líticas, apresentada e
discutida neste trabalho, evidencia a presença de diferentes fácies regionais e fases
diacrónicas. Esta organização, associada com o início do evento climático Heinrich 3,
é vista como o resultaldo dos fenómenos demográficos, technológicos, culturais e
ecológicos que caracterizaram o comportamento humano durante o Gravetense no
sudoeste peninsular.
Description
Tese de doutoramento, Arqueologia, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2013
Keywords
Arqueologia Pré-história Gravetense Indústrias líticas
