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Saúde mental e stresse parental: um estudo comparativo entre famílias com menores em risco psicossocial e a população geral
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Nunes, Cristina | |
| dc.contributor.author | Pinho, Paula Regina Colaço | |
| dc.date.accessioned | 2017-09-26T11:18:10Z | |
| dc.date.available | 2017-09-26T11:18:10Z | |
| dc.date.issued | 2017-03-13 | |
| dc.date.submitted | 2017 | |
| dc.description | Dissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2017 | |
| dc.description.abstract | A presente investigação teve como principal objetivo analisar e comparar os níveis de saúde mental e de stresse parental de pais de menores em risco psicossocial, com uma amostra de pais sem caraterísticas de risco. O estudo proporcionou ainda efetuar o perfil sociodemográfico e familiar das famílias em risco psicossocial permitindo-nos compreender alguns aspetos relevantes associados aos contextos e situações a que estas famílias se encontram expostas. Participaram neste estudo 154 pais e mães, de crianças até aos 12 anos, 65 com uma medida de proteção e promoção nas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens do Algarve devido à existência de situações de risco, e 89 sem esta condição. Foram aplicados os instrumentos Questionário de Saúde Geral, a versão reduzida do Índice de Stresse Parental e um questionário de dados sociodemográficos e familiares. O perfil sociodemográfico e familiar dos participantes neste estudo com caraterísticas de risco foi caraterizado por uma maior precaridade educativa, laboral e económica, quando comparadas com a população geral. Os resultados indicam que os participantes da amostra com caraterísticas de risco apresentavam níveis clínicos de sintomatologia psicopatológica e de stresse parental percebidos na ordem dos 40%. No que respeita ao grupo da população geral, os resultados demonstraram níveis que rondam os 11,5%. As variáveis demonstraram estar positivamente e significativamente relacionados, com o stresse parental a explicar 28% da variância da saúde mental no grupo risco e 15% no grupo geral. Conclui-se deste modo que as famílias em risco psicossocial apresentam elevados níveis de stresse parental e mal-estar psicológico, os quais aparentam advir maioritariamente do contexto económico e social em que vivem. A prática da parentalidade em circunstâncias de precaridade psicológica torna-se mais difícil e complexa, pelo que a compreensão desta problemática permite estabelecer intervenções precoces que facilitem e promovam uma melhor saúde mental. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201712539 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/10026 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | pt_PT |
| dc.subject | Saúde mental | pt_PT |
| dc.subject | Stresse parental | pt_PT |
| dc.subject | Famílias | pt_PT |
| dc.subject | Risco psicossocial | pt_PT |
| dc.title | Saúde mental e stresse parental: um estudo comparativo entre famílias com menores em risco psicossocial e a população geral | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | |
| thesis.degree.level | Mestre | |
| thesis.degree.name | Psicologia Clínica e da Saúde | pt_PT |
