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Arte figital: taxonomia e análise das dimensões híbridas na experiência estética contemporânea

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This article examines the integration of physical and digital elements in contemporary artistic expression, introducing the term phygital art, derived from the concept of phygital. This term describes hybrid experiences that combine tangible and virtual components. Phygital art represents a collaborative fusion between the physical (phy-) and digital (-gital), wherein both components mutually influence one another, enabling new forms of artistic expression and audience engagement. To analyze these dynamics, a taxonomy is proposed, comprising six main categories: physical-digital integration, audience engagement, interactivity, bodily involvement, sensory experience, and conceptual depth. This framework provides a comprehensive evaluation of the diverse facets of the phygital experience, grounded in theories from authors such as Manovich, Grau, Dewey, and Veiga, among others. To test the robustness and validity of this taxonomy, it was applied to three representative works: Rain Room, The Treachery of Sanctuary, and Unnumbered Sparks. These works were analyzed comparatively, highlighting their unique positions within the phygital spectrum. The application of this taxonomic model proved effective in identifying the balance between physical and digital components and assessing audience involvement on multiple levels. A classification table and radar chart provide a clear visualization of each work’s position, illustrating their varied approaches. The flexibility of this taxonomy establishes it as a valuable tool for analyzing and understanding phygital art, supporting innovation and interactivity in a context where the tangible and virtual increasingly converge in complex and meaningful ways.
Este artigo examina a integração entre o físico e o digital na expressão artística contemporânea, sendo proposto o termo arte figital, um conceito derivado do termo phygital, adaptado do inglês para designar experiências híbridas que combinam elementos tangíveis e virtuais. A arte figital reflete uma fusão colaborativa entre o físico (fí-) e o digital (-gital), na qual ambos os componentes se influenciam mutuamente, possibilitando novas formas de expressão artística e de fruição por parte do público. Para analisar estas dinâmicas, propõe-se uma taxonomia composta por seis categorias principais: integração físico-digital, fruição, interatividade, envolvimento corporal, experiência sensorial e profundidade conceptual. Esta estrutura permite uma avaliação abrangente das várias dimensões da experiência figital, fundamentada com base em teorias de autores como Manovich, Grau, Dewey e Veiga, entre outros. Para testar a robustez e validade da taxonomia, esta foi aplicada a três obras representativas; Rain Room, The Treachery of Sanctuary e Unnumbered Sparks, analisando-as de forma comparativa e destacando a singularidade de cada uma no espectro figital. A aplicação deste modelo taxonómico revela-se eficaz para identificar o equilíbrio entre os componentes físicos e digital e o envolvimento do público em múltiplos níveis. A tabela de classificação e o gráfico radar fornecem uma visualização clara da posição de cada obra, permitindo observar as diferentes abordagens. A flexibilidade desta taxonomia torna-a uma ferramenta para a análise e compreensão da arte figital, apoiando a inovação e a interatividade num contexto em que o tangível e o virtual se fundem de forma cada vez mais complexa.

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Palavras-chave

Arte Figital Interatividade Taxonomia Cocriação Fruição Phygital art Interactivity Taxonomy Co-creation Hybrid art

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