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A sedução libertina como arte do equívoco em Crébillon e Laclos

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De entre toda a literatura que encena a libertinagem, de Ovídio aos nossos dias, Claude Crébillon e Laclos terão sido daqueles que mais argutamente trataram a questão da linguagem equívoca de Eros. No universo fechado e policiado em que circulam as suas personagens, feira de vaidades tão requintada como cruel, o duplo sentido das palavras, não detectado a tempo ou mal interpretado, pode conduzir a uma mise à mort, mesmo quando apenas moral e social, da incauta vítima. Cerimonial estratégico, a sedução é aqui uma relação dual e agonística que visa a derrota/conquista do objecto do desejo, por vezes de forma violenta, empregando o sedutor todas as armas à sua disposição. Discurso essencialmente estratégico, a sedução utiliza um código linguístico e retórico que dissimula as reais intenções do libertino sob a máscara do discurso amoroso.

Descrição

Palavras-chave

Sedução libertina Equívoco Claude Crébillon Laclos

Contexto Educativo

Citação

“A sedução libertina como arte do equívoco em Crébillon e Laclos”, Carnets II, L’Équivoque, janvier 2010, pp. 59-79. ISSN 1646-7698

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