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Produção, purificação e estabilidade proteolítica da proteína da priónica

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As neuropatologias conhecidas como encefalopatias espongiformes transmissíveis contituem um conjunto de doenças raras, eminentemente fatais, com características patológicas únicas cuja principal expressão é a degenerescência tecidular do sistema nervoso central e periférico. São causadas por um agente proteico denominado prião (PrP). O estudo destes agentes tem sido um factor importantíssimo de evolução científica no domínio da compreensão das proteínas, das interacções proteicas e da engenharia de proteínas. Este trabalho pretendeu aprofundar o conhecimento que existe sobre a PrP nomeadamente sobre a sua estabilidade proteolítica. A proteína possui uma região que é essencial para uma das funções importantíssimas do ponto de vista fisiológico, que se atribui à proteína priónica não infecciosa, que é o transporte de cobre entre o interior neuronal e o espaço pré-sináptico. Esta proteína possui na sua região N-terminal um conjunto de quatro regiões repetidas de oito aminoácidos (octarepeats) a que se atribuem responsabilidades no transporte do cobre neuronal. A mutação ao nível das histidinas destes domínios diminui a interação com o cobre e interfere com a estabilidade molecular da proteína priónica, podendo também desempenhar um papel importante na interacção PrP-PrP. Os restantes objectivos do trabalho prendem-se com a produção de proteína PrP e compreensão dos mecanismos e procedimentos de produção, separação e purificação da proteína priónica.

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PrP Octarepeat N-terminal Histidinas Proteolítica Cobre

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