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Publicação

Formas farmacêuticas em pediatria

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorGrenha, Ana
dc.contributor.authorValente, Sara Carolina Cachado Gomes Jacinto
dc.date.accessioned2016-05-17T11:19:00Z
dc.date.available2016-05-17T11:19:00Z
dc.date.issued2014
dc.date.submitted2014
dc.descriptionDissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2014
dc.description.abstractEm 2010, cerca de 21% da população europeia era constituída por crianças: uma percentagem correspondente a mais de 100 milhões de pessoas. As crianças representam um grupo da população vulnerável, com diferenças de desenvolvimento, fisiológicas e psicológicas em relação aos adultos. Não são meros “adultos pequenos”. A investigação relacionada com a idade e com o desenvolvimento, bem como a disponibilidade de medicamentos adequados, revestem-se, por isso, de particular importância.1 Diferenças nos mecanismos de absorção, distribuição, metabolismo e eliminação em relação ao adulto e entre a própria população pediátrica, podem afetar a escolha da forma farmacêutica, dosagens, formulações e vias de administração. Perante um desenvolvimento fisiológico tão instável, a produção de uma única forma farmacêutica ou uma via administração apropriada para toda a população pediátrica é inconcebível. Verificou-se que, em geral, a via de administração preferível era a via oral porém, a forma farmacêutica era mais imprevisível, dependia muito do subgrupo a tratar e das suas limitações, como a coordenação motora e a disfagia. No entanto, nem sempre a forma farmacêutica ou a dose mais adequada às necessidades da população pediátrica está disponível e, normalmente, é necessário optar por uma medicação off-label ou não autorizada mesmo que haja a possibilidade de se verificarem riscos para a saúde da criança, para que esta tenha a possibilidade de usufruir de uma terapêutica. Com a finalidade de ajudar esta população a ter acesso a uma medicação mais segura e eficaz, foi realizado o Regulamento Pediátrico com medidas e incentivos para que a Indústria Farmacêutica apostasse no desenvolvimento de medicamentos para crianças. Pouco foi desenvolvido neste sentido Paralelamente, a manipulação de medicamentos também surge como uma alternativa à falta de medicação na população pediátrica, com diferentes formas farmacêuticas e formulações de acordo com as necessidades do doente, como as pastilhas, popsicles e lollipops.pt_PT
dc.identifier.tid202153436
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/8253
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCiências farmacêuticaspt_PT
dc.subjectFormas farmacêuticaspt_PT
dc.subjectIndústria farmacêuticapt_PT
dc.subjectMedicamentospt_PT
dc.subjectManipulaçãopt_PT
dc.subjectPediatriapt_PT
dc.titleFormas farmacêuticas em pediatriapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameMestrado em Ciências Farmacêuticaspt_PT

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