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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen tem um forte cariz ecfrástico, considerando como tal quer os poemas que assim se assumem, como é o caso dos que aqui vou tratar, quer aqueles a cujas écfrases poderíamos chamar de ficcionais ou imaginárias, isto é, aqueles em que as écfrases remetem para obras de arte que consideramos inexistentes.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Nogueira, Adriana. «Poemas que falam para estátuas silenciosas. A poesia ecfrástica de Sophia de Mello Breyner Andresen: dois poemas», Boletim de Estudos Clássicos, 52, 141-151, 2009.
Editora
Associação Portuguesa de Estudos Clássicos
