| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.39 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente investigação teve como objetivo principal estudar as propriedades
psicométricas da versão portuguesa da escala Parental Locus of Control de Campis,
Lymann e Prentice-Dunn (1986). Pretendemos também caracterizar o Locus de Controlo
Parental percebido e as suas dimensões numa amostra de mães portuguesas e, ainda,
estudar a sua relação com um conjunto de variáveis sociodemográficas. Participaram no
estudo 120 mães de famílias da população geral, com idades compreendidas entre os 21 e
os 58 anos, de nacionalidade portuguesa e residentes no sul de Portugal. Como
instrumentos de recolha de dados, aplicámos um questionário de dados sociodemográficos
e familiares (QDSDF, Nunes, Lemos e Valadas, 2008) e a Escala de Locus de Controlo
Parental.
Os resultados obtidos relativos à análise das características psicométricas da Escala
de Locus de Controlo Parental diferem dos resultados encontrados pelos autores do estudo
de validação original da escala: a análise fatorial exploratória, realizada através do método
de componentes principais com rotação ortogonal (varimax), da normalização de Kaiser-
Meyer-Olkin (KMO) e do teste de esfericidade de Bartlett, indicou um total de quinze fatores.
A consistência interna do instrumento revelou-se satisfatória (α =,823). Por sua vez, os
resultados obtidos ao nível das subescalas da Escala de Locus de Controlo Parental,
indicaram ainda que as mães percecionavam tendencialmente um Locus de Controlo
Parental externo, isto é, tendiam a atribuir o desenvolvimento dos filhos a fatores externos
ao seu controlo.
Descrição
Dissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2014
Palavras-chave
Psicologia aplicada Metodologias Psicometria Famílias Parentalidade
