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Impacto da actividade de marisqueio na floração e no esforço de reprodução sexual em Zostera noltii Hornemann na Ria Formosa

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Resumo(s)

A angiospérmica marinha Zostera noltii cresce e reproduz-se sexualmente nas zonas intertidais da Ria Formosa. A época de floração ocorre entre Março e Novembro. O desenvolvimento das flores ao longo da época de floração, desde a formação da inflorescência até à produção da semente, foi observado e organizado numa escala de maturação. A razão entre o número de flores masculinas e femininas determinado para a Z. noltii foi de 1:1 (4±0.14 S.E. flores masculinas para 4±0.13 S.E. flores femininas). O impacto da actividade de marisqueio na reprodução sexual da espécie foi avaliado. Valores mais elevados de esforço reprodutivo (6.38±3.91%), bem como da densidade de rebentos reprodutores (2200 rebentos por m2), foram observados nos campos mariscados em relação aos campos de controlo (1.85±1.14% de esforço reprodutivo; 1062 rebentos por m2). Os resultados obtidos mostram que a Z. noltii aumenta o seu esforço na reprodução sexual como resposta ao distúrbio provocado pela actividade de marisqueio. No entanto, devido ao rápido crescimento clonal da Z. noltii e aos constrangimentos existentes no seu ciclo reprodutor, a recuperação dos campos mariscados na Ria Formosa é provavelmente efectuada através do desenvolvimento vegetativo da espécie.

Descrição

Dissertação de mest., Estudos Marinhos e Costeiros, Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente, Univ. do Algarve, 2004

Palavras-chave

Zostera noltii Floração Perturbação Marisqueio Reprodução sexual Ria Formosa

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