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O pioneirismo de Cabeça Padrão na salvaguarda do património urbano do Algarve

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A salvaguarda da paisagem urbana histórica é hoje um tema dos mais atuais e dos mais complexos na discussão da teoria e da praxes da conservação. A UNESCO proclamou uma recomendação a este propósito (em 2011) e o ICOMOS está a tentar redigir, já há mais de uma década, uma carta de referência - diga-se que sem conseguir os consensos necessários, tantos são os desacordos conceptuais resultantes da disparidade dos olhares disciplinares que sobre este assunto incidem. No fim dos anos 60, Portugal foi um dos primeiros países do mundo a institucionalizar dentro da sua gestão urbanística práticas de estudo e planeamento da paisagem urbana e rural. Ilídio de Araújo é um dos grandes pioneiros destes primeiros estudos, mas a história esqueceu o contributo de Joaquim Cabeça Padrão, que, na então Direção-Geral dos Serviços de Urbanização (DGSU), coordenou o estudo de «Prospecção e defesa da paisagem urbana do Algarve», propondo valorização da paisagem urbana histórica de toda uma região que sofria processos de profunda transformação, instaurando um modelo que gradualmente seria extensível a todo o País.

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DGPC - Direção-Geral do Património Cultural

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