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Da vila ao termo. O território de Loulé na Baixa Idade Média

datacite.subject.fosHumanidades::História e Arqueologiapt_PT
dc.contributor.advisorOliveira, Luís Filipe
dc.contributor.authorAlmeida, Cristóvão
dc.date.accessioned2017-09-28T12:34:50Z
dc.date.available2017-09-28T12:34:50Z
dc.date.issued2017-07-07
dc.date.submitted2016
dc.descriptionDissertação de mestrado, História e Patrimónios, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2017
dc.description.abstractDe provável fundação islâmica, a vila de Loulé lograria ser uma das principais urbes que se afirmariam no panorama algarvio, no período tardomedieval. A maior sem ligação direta com o mar. Contudo, Loulé não era apenas um centro urbano fortificado. Era igualmente a cabeça de um território, com o qual mantinha relações de complementaridade, que permitiram o desenvolvimento da vila, e a sobrevivência das suas gentes. A vila era a face urbana do concelho. O local onde estavam sediados os diversos poderes. Onde quase tudo se decidia, e para onde tudo convergia, sendo a sede de um concelho, de uma paróquia, e de um almoxarifado. No entanto, o termo de Loulé era essencialmente rural e nele habitaria sensivelmente metade da população do concelho. Ao longo da rede viária existente à época, evidenciamos a existência de um par de aldeias, de diversos povoados de menor dimensão, de espaços de povoamento disperso, e de outros exclusivamente reservados, quer para a produção agrícola, quer para a criação de gado. O termo era vasto mas impreciso e muito vagamente definido, sendo certamente maior do que o atual. Na tentativa de delimitá-lo, constatamos a existência de zonas limítrofes partilhadas com os concelhos vizinhos, em particular, com o de Faro, e a coexistência de diversas unidades territoriais centradas em Loulé – político-administrativa, eclesiástica, e fiscal - cada qual com um espaço de jurisdição diferente. Logo, com limites diferentes. Grande parte da organização e da gestão do território em causa era da responsabilidade do poder local. Quer fosse pela definição de espaços comunitários, como os almargens, ou as aduas. Quer fosse pelos esforços efetivados para a proteção das produções agrícolas e de diversos recursos naturais, ou ainda, pelo policiamento dos diversos recantos do termo. Contudo, os poderes régios e eclesiásticos também se fariam sentir na organização do território, ao nível da compartimentação, retalhando o termo em unidades territoriais mais reduzidas, com objetivos distintos, como as vintenas e, já tardiamente, as paróquias rurais.pt_PT
dc.identifier.tid201717468pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/10054
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectLoulépt_PT
dc.subjectVilapt_PT
dc.subjectTermopt_PT
dc.subjectTerritóriopt_PT
dc.subjectLimitespt_PT
dc.subjectRuralpt_PT
dc.titleDa vila ao termo. O território de Loulé na Baixa Idade Médiapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
person.familyNameAlmeida
person.givenNameCristóvão
person.identifier.ciencia-id891A-4B02-91A5
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rcaap.typemasterThesispt_PT
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thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameHistória e Patrimóniospt_PT

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