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Anti mapping: o simulacro como criador de sistemas

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Resumo(s)

Este relatório trata de uma pesquisa artística que se manifesta num conjunto de exposições realizadas no Rio de Janeiro e em Faro. O processo de pesquisa aborda os conceitos de território e simulacro. É através de uma visão pessoal, que se baseia em emoções e sensações, que se cria um território alternativo àquele em que se vive, que só é possível dentro de um mundo imaginário e fictício. É esta ficção que conduz todo o processo artístico. É no âmbito deste trabalho ficcional que surgem várias questões acerca dos limites entre simulacro e realidade. Até que ponto estes se aproximam e se afastam, e em que medida são opostos? Qual o critério para configurar um como real e o outro como falso? Ao mesmo tempo, surge a necessidade de se criar um sistema para este mesmo simulacro funcionar que se converte na principal demanda para a existência deste território. O território acaba por ser assim um elemento invisível, sem identidade e causa de ser, o que o transforma num álibi do próprio sistema ficcional.

Descrição

Dissertação de mestrado, Comunicação, Cultura e Artes (Imagem), Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2014

Palavras-chave

Comunicação Exposições Território Realidade Realidade Ficção

Contexto Educativo

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