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Manuel da Fonseca, a revolta com tinta de sol na noite de angústia

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Era ainda 1942, Mário Dionísio, na sua «Ficha 6» saída na Seara Nova, definia deste modo a poesia e os contos até então publicados por Manuel da Fonseca (Rosa dos Ventos, 1940, Planície, 1941, e Aldeia Nova, 1942): «Quando falo em Manuel da Fonseca revelar o Alentejo, penso em qualquer coisa de muito semelhante ao Alentejo se revelar a si próprio. Qualquer coisa como se aquelas figuras que aparecem, a espaços, especadas, imóveis e sombrias no meio da grande planície, começassem, subitamente, e sob a forma de arte, a falar-nos delas, da terra e dos senhores que as esmagam.» Talvez por temer ser alinhado no reduto da literatura regionalista, Manuel da Fonseca resistiu às palavras do ensaísta. Reivindicou para si o olhar de citadino sobre o Alentejo e, também, a atenção sobre a cidade do seu tempo.

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