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A metamorfose em Claude Crébillon

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Neste artigo, estudaremos os sentidos da metamorfose em quatro narrativas de Claude Crébillon: Le Sylphe, ou Songe de Madame de R*** écrit par elle-même à Madame de S*** (1730); L’Écumoire ou Tanzaï et Néadarné. Histoire japonoise (1734); Le Sopha. Conte moral (1742); e Ah Quel Conte! Conte politique et astronomique (1754). Enquanto contista, o autor recupera e transforma um vasto fundo cultural onde se cruzam as diferentes tradições associadas ao maravilhoso. Os vários sentidos da metamorfose serão aqui considerados quer enquanto processo estético-literário problematizador do exotismo maravilhoso na literatura coeva, quer como um meio lúdico e transgressor de criticar tanto a moral e os costumes excessivamente hedonistas, como as manobras do poder político. Assim, nestas obras, o processo da metamorfose está ao serviço da visão crítica sobre a literatura e a sociedade que caracteriza a poética de Crébillon.

Descrição

Palavras-chave

Metamorfose Claude Crébillon Crítica Social e Literária

Contexto Educativo

Citação

Carvalho, Ana Alexandra Seabra de, “A metamorfose em Claude Crébillon”, Carnets V, Métamorphoses littéraires, mai 2013, pp.77-101. ISSN 1646-7698

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