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O sector do transporte aéreo tem sido ao longo das últimas décadas objecto de estudo e análise aprofundada por parte de empresários e académicos, já que para além de apresentar características únicas revela ser um sector onde a inovação é uma constante.
Durante os anos 90, e com a entrada das companhias aéreas de baixo custo no mercado, este sector voltaria a surpreender os clientes e os vários intervenientes do sector turístico pela apresentação de um novo conceito de viagem aérea a tarifas reduzidas e sem serviço a bordo que concorria directamente com as companhias aéreas regulares tradicionais e charter em determinadas rotas. Após a sua entrada no mercado foi possível perceber que muito estava a mudar no sector do transporte aéreo, nomeadamente ao nível das reservas, perfil do cliente, destinos procurados, entre outros. Pode-se mesmo afirmar que estas companhias aéreas são responsáveis pela entrada no mercado de novos destinos turísticos no panorama internacional e a consolidação de outros já estabelecidos.
Os impactes originados pela sua operação aconteceram igualmente ao nível dos aeroportos, como por exemplo no tipo de serviços requerido, aumento de rotas e frequências diárias e em alguns casos na alteração da estrutura de tráfego.
Neste contexto pretende-se analisar o caso do Algarve e mais concretamente do Aeroporto de Faro, para o qual operavam em Dezembro de 2006, vinte companhias aéreas de baixo custo provenientes de vários destinos europeus, representando hoje em dia 54,9% dos passageiros processados.
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Companhias aéreas de baixo custo Algarve Transporte aéreo
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Instituto Piaget