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Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo pretende dar um contributo efetivo para a discussão crítica do “paradigma” do envelhecimento ativo. Neste sentido, analisam-se as conceções de envelhecimento ativo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, da Organização Mundial da Saúde e da União Europeia, procurando-se salientar os pontos de convergência e de divergência. Posteriormente procede-se à discussão destas conceções através da exploração das suas principais potencialidades e fragilidades, bem como através da confrontação dos seus ideais com algumas teorias sobre o envelhecimento e com a própria realidade. Por último, tecem-se algumas considerações conclusivas e colocam-se algumas questões para reflexão.
Descrição
Palavras-chave
Envelhecimento ativo Pessoas Idosas Políticas Públicas
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
