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Farmacogenómica da depressão

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A saúde mental é um problema real e atual a nível global devido ao aumento da sua incidência e impacto na qualidade de vida da sociedade. Dentro deste grupo de patologias insere-se a depressão, uma perturbação do humor, que neste momento afeta mais de 322 milhões de pessoas no mundo em que 800 mil mortes anuais são devidas a suicídios causados por este transtorno. A depressão é uma doença mental que se relaciona com o estado de humor da pessoa, causando uma perda de interesse ou prazer por atividades antes apreciadas. Esta doença caminha para se tornar uma das principais causas de perda de anos saudáveis de vida, portanto é importante a identificação de estratégias de prevenção e o diagnóstico correto. A escolha principal para o tratamento da depressão são os antidepressivos que atuam na sintomatologia da mesma. A resposta a esta terapêutica vai variar de indivíduo para indivíduo, podendo causar problemas de efeitos adversos, reações de toxicidade e de resposta. Assim, uma estratégia para melhorar esta terapêutica é a aplicação de estudos farmacogenómicos. A farmacogenómica é a ciência que através da informação genética do indivíduo ou de um certo tecido danificado (p.ex., tumor maligno) permite perceber qual a dosagem e fármaco mais indicado no tratamento de patologias para cada doente. Permite, então, adaptar melhor a terapêutica à diversidade genética da população de pacientes que sofrem de depressão, isto é, permite a implementação de uma “medicina personalizada”.

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Palavras-chave

Farmacogenómica Depressão Stresse Antidepressivos Medicina personalizada

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