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Publicação

Resiliência e autoconceito de competência: jovens a viver em centros de acolhimento e jovens a viver com as famílias

dc.contributor.advisorMartins, Maria Helena
dc.contributor.authorNeto, Vanessa Clemente
dc.date.accessioned2015-04-18T12:07:42Z
dc.date.available2015-04-18T12:07:42Z
dc.date.issued2014
dc.date.submitted2013
dc.description.abstractO presente estudo tem como objetivo analisar a resiliência e o autoconceito de competência em jovens institucionalizados, comparando-os com um grupo de jovens a viverem com as suas famílias. Atendendo a que, segundo diversos autores, a fase da adolescência pode ser considerada como uma fase de algum risco e vulnerabilidade, interessa-nos ainda averiguar o estatuto de risco nos jovens não institucionalizados, para se poder aferir também da presença de resiliência neste grupo amostral. Participaram neste estudo descritivo-correlacional, 133 jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos de idade (M = 16,36; DP = 1,13). A amostra é constituída por dois grupos amostrais, sendo que 51 estão institucionalizados e os restantes 82 vivem com as suas famílias. Os instrumentos utilizados foram um questionário sociodemográfico construído pela investigadora, a Escala Healthy Kids Resilience Assessment Module (versão 6.0) adaptada por Martins (2005), a Escala de Autoconceito de Competência (EACC) adaptada à população portuguesa por Faria e Santos (1998) e a Lista de Verificação do Estatuto de Risco, adaptada por Abreu e Xavier (2006). Os resultados gerais demonstram: (i) que relativamente à resiliência não parecem existir diferenças significativas entre os inquiridos institucionalizados e os não institucionalizados, não obstante os últimos apresentem valores um pouco mais elevados; (ii) no que diz respeito à variável autoconceito de competência observam-se diferenças significativas nos dois grupos amostrais, sendo que os não institucionalizados apresentam uma média mais elevada; (iii) que existe uma correlação positiva, de magnitude forte, entre a resiliência e o autoconceito de competência nos jovens institucionalizados; (iv) que nos jovens não institucionalizados não existem evidências de que o "Estatuto de Risco" possa ter qualquer associação com a resiliência e com o autoconceito de competência, pelo menos na presente amostra.por
dc.identifier.tid202259528
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/5924
dc.language.isoporpor
dc.subjectPsicologia da educaçãopor
dc.subjectResiliênciapor
dc.subjectAutoconceitopor
dc.subjectCompetências sociaispor
dc.subjectInstitucionalizaçãopor
dc.subjectJovenspor
dc.subjectVulnerabilidadepor
dc.titleResiliência e autoconceito de competência: jovens a viver em centros de acolhimento e jovens a viver com as famíliaspor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.disciplinePsicologia da Educaçãopor
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociaispt_PT
thesis.degree.levelMestradopor
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia da Educaçãopor

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