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Publicação

Avaliação do stiffness arterial e das complicações macrovasculares no doente diabético tipo 2

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorRamalhinho, Isabel Maria Pires Sebastião
dc.contributor.advisorNascimento, Tânia Isabel Martins do
dc.contributor.authorLeal, Ivo Xavier Lopes
dc.date.accessioned2016-04-12T10:37:02Z
dc.date.available2016-04-12T10:37:02Z
dc.date.issued2014
dc.date.submitted2014
dc.descriptionDissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2014
dc.description.abstractIntrodução: Um diabético tipo 2 tem grande probabilidade de vir a desenvolver complicações macrovasculares, relacionadas com a aterosclerose, sendo responsáveis por quase 90% da mortalidade em diabéticos. O aparecimento destas patologias resulta de um processo multifatorial, englobando vários fatores. O risco cardiovascular (RCV) é acedido por calculadores/preditores específicos, neste caso para diabéticos. Como auxílio nesta avaliação, pode recorrer-se a testes e métodos imagiológicos, como os parâmetros de stiffness arterial. Objetivos: O objetivo principal deste estudo foi avaliar a existência de complicações macrovasculares em doentes diabéticos tipo 2, bem como o seu RCV. Havia ainda como objetivos, avaliar os parâmetros de rigidez arterial, caraterizar os diferentes fatores de risco e traçar o perfil farmacoterapêutico destes doentes. Métodos: Foram feitos questionários em papel, baseados nos vários fatores de risco e de forma a permitir o acesso ao RCV. Obtiveram-se 70 inquéritos de diabéticos tipos 2, os quais foram analisados estatisticamente pelo software Statistical Package for Social Sciences (SPSS). Resultados e Discussão: A amostra apresentava uma média de idade de 73,3±11,1 anos e era constituída por 52,9% de homens. Grande parte dos diabéticos apresentava estilos de vida saudáveis, sendo a duração média da diabetes de 18,4±11,2 anos. Uma percentagem de 28,6% já tinha sofrido um evento cardiovascular. Os valores médios de glicémia em jejum foram de 148±14mg/dl e a HbA1c média foi de 7,5±1,1%. Os valores de pressão arterial e do perfil lipídico estavam controlados em grande parte dos doentes. Do total, 44,0% e 46,0% encontrava-se com risco muito alto para doença arterial coronária (DAC) e para acidente vascular cerebral (AVC), respetivamente. Não se conseguiu analisar estatisticamente os parâmetros de rigidez arterial. Conclusão: Apesar de apresentarem hábitos de vida saudáveis, os doentes apresentaram uma elevada prevalência de complicações macrovasculares, bem como valores de risco de DAC e AVC relativamente altos.pt_PT
dc.identifier.tid202214079
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/7978
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCiências farmacêuticaspt_PT
dc.subjectAterosclerosept_PT
dc.subjectComplicaçõespt_PT
dc.subjectDiabetes mellitus tipo 2pt_PT
dc.subjectFatores de riscopt_PT
dc.titleAvaliação do stiffness arterial e das complicações macrovasculares no doente diabético tipo 2pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameMestrado em Ciências Farmacêuticaspt_PT

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