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Contraceptivos orais
dc.contributor.advisor | Sepodes, Bruno | |
dc.contributor.author | Costa, Cátia Sofia Piriquito | |
dc.date.accessioned | 2012-10-16T12:38:20Z | |
dc.date.available | 2012-10-16T12:38:20Z | |
dc.date.issued | 2011 | |
dc.description | Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2011 | por |
dc.description.abstract | O desenvolvimento da contracepção oral é uma das grandes revoluções médicas e sociais do século XX. 1 Os contraceptivos orais impedem a gravidez graças às hormonas de síntese que interferem no desenvolvimento do ciclo. 2 Desde que a “Food and Drud Administration” (FDA) aprovou os primeiros contraceptivos orais, têm sido feitos grandes avanços que procuram responder a novas exigências. Nem sempre a introdução dos novos contraceptivos orais é acompanhada de informação esclarecedora, que permita encontrar o lugar a que lhe pertence no amplo espectro do arsenal disponível. 3,4 Tal como definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a contracepção deve ser eficaz, reversível, acessível e bem tolerada. O impacto potencial da utilização de estrogénios e de progestagénios para a contracepção tem sido tema de controvérsia durante os últimos 10 a 15 anos, especialmente em relação ao risco vascular (arterial e venoso), assim como ao risco carcinogénico.1Existem tanto riscos como benefícios em tomar estes contraceptivos, que têm de ser considerados, tendo em conta a história médica e familiar e o tipo de vida da mulher em questão. 4 Os contraceptivos orais são os mais utilizados na actualidade do grande grupo de anticoncepcionais hormonais. O início cada vez mais precoce das relações sexuais e o maior acesso e interesse das mulheres para evitar gravidezes não desejadas obriga a uma actualização sobre o uso e a novos desenvolvimentos sobre a contracepção; e a planificação familiar é cada vez mais um motivo frequente das consultas de ginecologia.5 Torna-se então importante manter a informação sempre actualizada para uma melhor indicação destes medicamentos por parte dos profissionais de saúde e melhor utilização por parte das utentes. | por |
dc.identifier.other | 615.25 COS*Con Cave | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/1757 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.peerreviewed | yes | por |
dc.subject | Contraceptivos orais | por |
dc.subject | Riscos | por |
dc.subject | Benefícios | por |
dc.subject | Informação actualizada | por |
dc.subject | Profissionais de saúde | por |
dc.title | Contraceptivos orais | por |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | por |
rcaap.type | masterThesis | por |
thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia | por |
thesis.degree.level | Mestre | por |
thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | por |