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Diversidade de macrofungos em sobreiral serrano do sul de Portugal: sua relação com a gestão florestal

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Resumo(s)

O presente estudo desenvolve-se no sul de Portugal, num ecossistema florestal de Quercus suber, caracterizado por elevada densidade de árvores e declives elevados, onde existe uma gestão florestal baseada na limpeza de matos e exploração suberícola. Pretendeu-se estudar a diversidade de macrofungos florestais ectomicorrízicos e sapróbios, relacionando-a com variáveis de habitat, de modo a concluir sobre uma potencial relação com as limpezas de mato. Os resultados mostraram uma relação entre a diversidade e abundância das espécies ectomicorrízicas e sapróbias com a idade da vegetação arbustiva, logo com as limpezas de mato. Verificou-se que os matos até 10 anos de idade e depois a partir dos 40 anos são os mais favoráveis às espécies ectomicorrízicas, enquanto que para os sapróbios são favoráveis os matos a partir dos 30 anos de idade. Verificaram-se ainda algumas especificidades dos taxa ectomicorrízicos amostrados nos sobreirais da Serra do Caldeirão. Concluiu-se então que a melhor estratégia de gestão consiste na manutenção de um mosaico de diferentes habitats para conservar a diversidade de fungos, bem como favorecer as diferentes espécies comerciais que se encontram na área de estudo.

Descrição

Dissertação de mest., Gestão e Conservação da Natureza, Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente, Univ. do Algarve, 2007

Palavras-chave

Quercus suber Fungos ectomicorrízicos Fungos sapróbiosFungos sapróbios Habitat Diversidade Abundância Gestão

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