Sapientia
Repositório Científico da UAlg
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Association of epigenetic age and outcome in critically Ill patients
Publication . Sharma-Oates, Archana; Sullivan, Jack; Pestana, Daniel; Santos, Claudia C. dos; Binnie, Alexandra; Lord, Janet M.
OBJECTIVES: DNA methylation can be used to determine an individual’s biological age, as opposed to chronological age, an indicator of underlying health status. This study aimed to assess epigenetic age in critically ill patients with and without sepsis to determine if higher epigenetic age is associated with admission diagnosis or mortality. DESIGN: Secondary analysis of whole blood DNA methylation data generated from a nested case–control study of critically ill septic and nonseptic patients. SETTING: Four tertiary care hospitals in Canada. INTERVENTIONS: None. PATIENTS: Critically ill patients with and without sepsis. MEASUREMENTS AND MAIN RESULTS: Epigenetic age was derived from DNA methylation data using the Hannum and PhenoAge algorithms and deviation from the patient’s chronological age in years was determined. Of the 66 patients with sepsis, 34 were male (51.5%), the mean age was 65.03 years and 25 patients (37.8%) died before discharge. Of the 68 nonseptic patients, 47 were male (69.1%), the mean age was 64.92 years and 25 (36.7%) died before discharge. Epigenetic age calculated using the PhenoAge algorithm showed a significant age acceleration of 4.97 years in septic patients (p = 0.045), but no significant acceleration in nonseptic patients. Epigenetic age calculated using the Hannum algorithm showed no significant acceleration in the septic or nonseptic patients. Similarly, in the combined septic and nonseptic cohorts, nonsurvivors showed an epigenetic age acceleration of 7.62 years (p = 0.004) using the PhenoAge algorithm while survivors showed no significant age acceleration. Survivor status was not associated with age acceleration using the Hannum algorithm.
Environmental salinity modulates olfactory sensitivity in the euryhaline European seabass, Dicentrarchus labrax, acclimated to seawater and brackish water
Publication . Velez, Zélia; Hubbard, Peter; Carvalho Alves, Alexandra; Costa, Rita; Guerreiro, Pedro
The olfactory epithelium of fish is – of necessity – in intimate contact with the surrounding water. In euryhaline fish, movement from seawater to freshwater (and vice versa) exposes the epithelium to massive changes in salinity and ionic concentrations. How does the olfactory system function in the face of such changes? The current study compared olfactory sensitivity in seawater- (35‰) and brackish water-adapted seabass (5‰) using extracellular multi-unit recording from the olfactory nerve. Seawater-adapted bass had higher olfactory sensitivity to amino acid odorants when delivered in seawater than in freshwater. Conversely, brackish water-adapted bass had largely similar sensitivities to the same odorants when delivered in seawater or freshwater, although sensitivity was still slightly higher in seawater. The olfactory system of seawater-adapted bass was sensitive to decreases in external [Ca2+], whereas brackish water-adapted bass responded to increases in [Ca2+]; both seawater- and brackish water-adapted bass responded to increases in external [Na+] but the sensitivity was markedly higher in brackish water-adapted bass. In seawater-adapted bass, olfactory sensitivity to L-alanine depended on external Ca2+ ions, but not Na+; brackish water-adapted bass did respond to L-alanine in the absence of Ca2+, albeit with lower sensitivity, whereas sensitivity was unaffected by removal of Na+ ions. A possible adaptation of the olfactory epithelium was the higher number of mucous cells in brackish water-adapted bass. The olfactory system of seabass is able to adapt to low salinities, but this is not immediate; further studies are needed to identify the processes involved.
Distinguishing between sheep and goat in archaeological fumiers through faecal lipid biomarkers: The case of Belmaco Cave (Canary Islands, Spain)
Publication . Fernández-Palacios, Enrique; Herrera-Herrera, Antonio V.; Gilson, Simon-Pierre; Égüez, Natalia; Jambrina-Enríquez, Margarita; Santana, Jonathan; Mallol, Carolina
Lipid biomarker analysis focused on steroids has shown to have great potential for discriminating between animal faecal inputs in archaeology. This is particularly interesting when applied to stabling deposits to assess herding strategies and livestock composition. Here we present the results of a sedimentary faecal biomarker study conducted at Belmaco Cave, a pre-European archaeological site in La Palma (Canary Islands). The site was occupied by indigenous pastoralist groups over the course of five centuries prior to the first arrival of the Europeans in the 15th century. Previous soil micromorphological data indicates recurrent sheep and/or goat penning and periodic burning of the pen in the central area of the cave. We selected bulk sediment samples from unburned, charred and ashed dung layers and carried out sterol, stanol and bile acid analysis. Our results suggest that the main source of faecal matter is sheep. We also found that even though charred and dung ash layers contained lower concentrations of the biomarker compounds, these were still sufficient to provide information on the origin of the faecal remains. These data add to our current knowledge of the aboriginal Canary Island pastoralist economy.
Otimização tecnológica para a gestão inteligente dos recursos energéticos numa unidade hoteleira no Algarve
Publication . Figueiredo, António Miguel Barradas; Sequeira, Cláudia Dias; Silva, Manuela Moreira da
A eficiência energética e a sustentabilidade são hoje fatores críticos para o setor do turismo, exigindo soluções inovadoras que conciliem conforto, competitividade e responsabilidade ambiental. Neste contexto, a presente dissertação centra-se na gestão de energia, na monitorização contínua e na otimização de recursos energéticos numa unidade hoteleira de grande dimensão no Algarve, tendo como tema central a aplicação dos conceitos da indústria 4.0 e da inteligência artificial para promover eficiências energética e hídrica e apoiar a manutenção preditiva. O estudo analisa três anos de dados de eletricidade, água e gás, correlacionados com variáveis operacionais como ocupação e sazonalidade, aplicando modelos inteligentes para prever consumos, identificar anomalias e quantificar desvios operacionais. A integração da indústria 4.0 com algoritmos de inteligência artificial revela-se decisiva para transformar grandes volumes de dados em informação estratégica, permitindo não apenas antecipar falhas e otimizar ciclos de manutenção, mas também reduzir de forma consistente a pegada carbónica associada às operações hoteleiras. A monitorização contínua dos consumos de eletricidade, água e gás, quando aliada a modelos preditivos, possibilita identificar padrões de desperdício e implementar medidas corretivas em tempo real, assegurando que os recursos são utilizados de forma mais eficiente. Neste contexto, os gráficos de controlo assumem um papel central como ferramentas de apoio à decisão, uma vez que permitem visualizar desvios face ao comportamento esperado, quantificar o erro relativo diário e estabelecer limites de alerta para consumos anómalos. A utilização destas ferramentas não
só reforça a capacidade de diagnóstico operacional, como também contribui para a definição de estratégias de mitigação alinhadas com os objetivos de neutralidade carbónica. Assim, a aplicação integrada destas metodologias transforma o hotel numa infraestrutura inteligente e resiliente, capaz de responder dinamicamente às exigências de sustentabilidade, eficiência e rentabilidade, ao mesmo tempo que se posiciona como referência no setor turístico pela sua gestão responsável dos recursos energéticos e ambientais.
Main impacts of wastewater reuse for golf courses irrigation
Publication . George, Segun Emmanuel; Silva, Manuela Moreira da; Guerrero, Carlos
O golfe é uma atividade crucial para o turismo no Algarve, pelo que apostar no seu desenvolvimento sustentável é da maior relevância para a socioeconomia da região e do país. Perante o cenário de escassez de água no Mediterrâneo, incluindo o Algarve, tem-se investido crescentemente na reutilização de água para a rega de campos de golfe. Esta dissertação é uma primeira abordagem para se avaliar as implicações ambientais e económicas da reutilização de águas residuais tratadas (ApR) para rega de campos de golfe no Algarve. Foram analisados quatro campos de golfe, Salgados, San Lorenzo, Castro Marim e Quinta do Vale, e as três ETAR que os podem abastecer com ApR, as de Albufeira Poente, Quinta do Lago, Vila Real de Sto. António. Quantificou-se as necessidades de rega dos campos de golfe, a disponibilidade de ApR, os nutrientes (N e P) fornecidos pela ApR e a respetiva redução no uso de fertilizantes de síntese, as emissões de carbono associadas à rega com água de origem natural/ApR e as diferenças de custos relacionadas com a introdução da ApR na rega.
Embora preliminares, os resultados indicam que em termosde disponibilidade a ApR demonstra um forte potencial de utilização para rega dos campos de golfe, poderia satisfazer totalmente a procura de água no Salgados, e nos outros campos pode suprir entre 40 a 90% das necessidades. Para além de reduzir o consumo de água de origem natural, o uso de ApR reduz a necessidade de fertilizantes de síntese azotados entre 10 a 70 % e pode substituir totalmente os fertilizantes fosfatados, evitando assim nos quatro campos estudados a emissão de 14,5 t CO₂e por ano. Em termos económicos, o uso de ApR nos campos Castro Marim e Quinta do Vale representa redução de custos, já em San Lorenzo e Salgados a atualização dos preços da ApR podem aumentar os encargos associados à rega, mas significam maior segurança no seu uso, em conformidade com os requisitos da UE para reutilização de água residual tratada.Assim, embora este estudo careça de ser aprofundado para integrar outros aspetos como por exemplo, uso de novas ferramentas eletrónicas (incluindo, IoT e IA) para otimização da gestão da água, energia, solos, relvas e fertilizantes, constata-se que o uso de ApR na rega de campos de golfe no Algarve permite melhorar a sutentabilidade ambiental do setor. Foi por exemplo, demonstrado que a redução da pegada carbónica por volta de golfe no Algarve pode atingir os 198 g CO₂e.
