Browsing by Author "Oliveira, C. S."
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- Perigosidade sísmica em Portugal e escolha de registos acelerométricos para análise de estruturasPublication . Oliveira, C. S.; Estêvão, João Manuel CarvalhoA análise sísmica de algumas estruturas especiais ou de certa importância podem necessitar estudos não lineares onde é necessário dispor de registos acelerométricos. As estruturas metálicas e mistas existentes em instalações industriais especiais são exemplos dessa necessidade. A presente comunicação começa por rever os últimos desenvolvimentos sobre estudos de perigosidade sísmica em Portugal Continental, para depois prosseguir na análise das técnicas mais frequentes para geração de registos acelerométricos que se adaptem aos espectros definidos pela perigosidade sísmica. Será dada especial enfase às incertezas existentes nas várias etapas de desenvolvimento dos estudos de perigosidade sísmica e à rede acelerométrica em Portugal e dados que se podem utilizar. Finalmente, serão apresentados alguns exemplos ilustrativos.
- Projetos de escolas resilientes aos sismos no território do Algarve e de Huelva (PERSISTAH)Publication . Estêvão, João M. C.; Amaral Ferreira, Mónica; Braga, Alfredo Manuel Gonçalves Silva; Carreira, Ana; Barreto, Vítor; Requena-Garcia-Cruz, Maria-Victoria; Segovia Verjel, María Luisa; Romero-Sánchez, Emilio; De Miguel, Jaime; Morales-Esteban, Antonio; Sá, Luis Fazendeiro; Oliveira, C. S.O projeto PERSISTAH propõe estudar o risco sísmico das escolas do primeiro ciclo do ensino básico localizadas nas regiões do Algarve (Portugal) e de Huelva (Espanha), dando assim cumprimento aos objetivos das Plataformas Nacionais para a Redução do Risco de Catástrofes (PNRRC) das Comissões Nacionais de Proteção Civil de Portugal e Espanha. O PERSISTAH tem como principais objetivos, melhorar o conhecimento mútuo das realidades das duas regiões, designadamente dos códigos sísmicos de cada país, e sobre as práticas construtivas regionais. Para tal foi criada uma ficha global de recolha de informação sobre as escolas do 1º ciclo (142 no Algarve e 139 em Huelva), que tendo em conta as especificidades das duas regiões. Foi desenvolvido um programa informático para a gestão da segurança sísmica das escolas, composto por três módulos: i) gestão da base de dados das escolas; ii) definição da ação sísmica a considerar; e iii) determinação do grau de dano e o School-Score de cada escola (um sistema de hierarquização do risco sísmico dos edifícios das escolas). Também foram desenvolvidos materiais pedagógicos para as crianças e professores. Os resultados obtidos com o programa informático desenvolvido mostram que os espectros de resposta estabelecidos pelos códigos sísmicos de Portugal e de Espanha são muito diferentes. Além disso, também se observaram diferenças muito significativas em função da lei de atenuação usada.
- Risco sísmico nas escolas do 1º ciclo do Algarve e Huelva: avaliação, reabilitação, educação e comunicação do riscoPublication . Estêvão, João M. C.; Amaral Ferreira, Mónica; Morales-Esteban, Antonio; Fazendeiro-Sá, Luis; Oliveira, C. S.As escolas com a sua elevada concentração de pessoas num espaço confinado e com relativo pequeno rácio de adultos por criança tornam-se locais bastante vulneráveis aos sismos, merecendo por isso uma maior atenção e estudos relacionados com estes eventos. A avaliação da segurança sísmica de escolas é de grande importância para a sociedade, atendendo às graves consequências de um eventual colapso deste tipo de edifícios, ou mesmo meramente em resultado de danos não estruturais. Neste contexto, o projeto PERSISTAH tem como principais objetivos a avaliação da segurança sísmica das escolas do 1º ciclo do ensino básico existentes nas regiões do Algarve (Portugal) e de Huelva (Espanha), e o estudo de medidas de reabilitação sísmica das tipologias existentes nestas regiões, bem como criar ferramentas de educação e comunicação de risco para crianças e professores. Foi desenvolvido um programa informático que possibilita a avaliação do estado de dano provável em consequência de uma determinada ação sísmica, recorrendo aos métodos de análise não linear que estão preconizados no Eurocódigo 8. Também estão a ser estudadas possíveis soluções de reforço sísmico para as tipologias que apresentam pior desempenho sísmico, em virtude das características de vulnerabilidade e níveis de ação sísmica para o local de implantação (contemplando a possível amplificação das vibrações associadas a efeitos de sítio).