Percorrer por autor "Rodrigues, Tânia"
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- Considerações sobre a edificação urbana de Faro no final do século XVIIIPublication . Rodrigues, TâniaVários foram os estudos que surgiram sobre a cidade de Faro. Sobre diferentes temas e perspetivas e em diversas cronologias, uns mais específicos, outros mais abrangentes, nenhum abordou diretamente a questão da casa corrente urbana. É essencialmente sobre este tema que tratará o presente artigo. Propomonos tecer algumas considerações acerca da edificação corrente farense de finais do século XVIII, até agora pouco explorada. Os trabalhos dedicados à temática têm, em Portugal, focado sobretudo o espaço urbano medieval. No caso concreto da região algarvia os estudos incidem regra geral sobre núcleos que ainda mantém relativamente preservadas as suas características originais, o que não se verifica na cidade de Faro. No conjunto urbano atual reconhecemos o quarteirão, o lote e até a casa nobre do Antigo Regime, mas não a casa corrente. Essa perdeu-se com o tempo. Recuperaremos o casario corrente farense a partir das descrições constantes no tombo dos bens imóveis do concelho de 1794/952. Fonte repleta de informação que o tempo e o homem apagaram, permitiu-nos, a partir de uma análise aturada dos dados recolhidos, reconstituir uma outra realidade esvanecida da cidade de Faro dos finais de setecentos.
- Faro na época Moderna: do urbanismo à arquitecturaPublication . Rodrigues, Tânia; Araújo, Renata Malcher; Correia, José Eduardo HortaTendo como objectivo o estudo do espaço urbano de Faro a partir da análise de elementos específicos – o quarteirão, o lote, o conjunto edificado e a arquitectura corrente - no período do Antigo Regime, desenvolvemos o nosso trabalho tendo como base a imagem actual da cidade e os dados recolhidos, essencialmente, num tipo de fontes especificas - tombos de propriedades imóveis - do Concelho e da Misericórdia. O estudo desenvolve-se em três partes: a primeira, de contextualização do objecto de estudo. Resume, em traços gerais, a evolução urbana do núcleo desde a sua génese até ao final do século XVIII; a segunda, também numa linha de contextualização, apresenta, analisa e interpreta as fontes primárias. Focando as potencialidades e as limitações deste tipo de documentação e a sua dimensão geográfica; e a terceira, concretiza a interpretação dos dados recolhidos confrontando, sempre que possível, com o existente. Neste contexto, identificaram-se os diferentes tipos de quarteirão e de lote e esboçou-se a sua evolução morfológica; caracterizou-se o conjunto edificado; e, por último, indicaram-se diferentes tipos de construções entre os quais se destacou a morada de casa corrente, possibilitando a identificação e caracterização das diferentes tipologias existentes em Faro.
