Browsing by Author "Trindade, Diamantino"
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- Fruta dragão: nova cultura exótica no AlgarvePublication . Trindade, Ana Rita; Sabbo, Luís; Trindade, Diamantino; André, Fernando; Mira, João; Almeida, Rui; Duarte, AmilcarNos últimos anos a fruta dragão (Hylocereus spp.) tem vindo a ganhar destaque nos mercados europeus e asiáticos. A sua aparência exótica, alto valor nutricional e elevada adaptabilidade a diferentes condições tornam a pitaia numa aposta interessante. Com o propósito de estudar e dar a conhecer as potencialidades desta “nova” cultura, foi formado o grupo operacional “Fruta Dragão”, financiado pela UE, através do programa PDR2020. A região eleita para o estudo do comportamento da cultura foi o Algarve. As baixas necessidades hídricas da pitaia tornam esta cultura mais sustentável, principalmente numa altura em que a escassez de água nesta região é um tema dominante. Os preços elevados que os frutos atingem no mercado constituem mais um fator de atração para os agricultores. A pitaia será uma boa opção para rentabilizar pequenas áreas com potencial agrícola, que não possam ser aproveitadas para culturas fruteiras mais exigentes em rega. Inicialmente foi feito um levantamento da situação da cultura em Portugal. Foi estabelecida uma coleção de 15 variedades ao ar livre, em Cacela Velha, e em estufa, no viveiro Mil Plantas, em Estoi, para caracterização do crescimento, da floração e da frutificação. No campo, estão a ser ensaiadas diversas modalidades de estruturas de suporte, cobertura de solo e compasso. Contamos também com a colaboração de agricultores que estão a cultivar a pitaia em estufa, em solo e em hidroponia. Já foram organizados dois dias abertos para divulgar a cultura a potenciais produtores. No presente ano já se obteve floração e frutificação em algumas das variedades (H. undatus, H. costaricensis, ‘JC01’ e ‘Híbrida’), permitindo assim fazer uma caracterização preliminar das mesmas. Na Universidade do Algarve foram feitas provas organoléticas com o objetivo de determinar a aceitação por parte dos consumidores, tendo-se verificado respostas muito positivas (aceitabilidade acima de 80 % dos consumidores).
- Fruta Dragão: validar a capacidade produtiva da pitaia vermelha. Levantamento da situação da cultura no Algarve.Publication . Trindade, Ana Rita; Sabbo, Luís; Trindade, Diamantino; Almeida, Rui; João, Mira; Duarte, AmílcarA diversificação da fruticultura do Algarve pode passar pela introdução de espécies frutícolas exóticas. De entre estas, a pitaia (Hylocereus sp.) é uma das que parecem ter melhores possibilidades de adaptação. Este fruto apresenta altas produções, com viabilidade económica em terrenos de pequenas dimensões (uma boa solução para pequenos agricultores) nas condições de clima e solos do Algarve e é também um fruto que tem registado um aumento acentuado de procura e de preço. A pitaia é uma planta trepadeira que necessita de uma estrutura que suporte a planta. Necessita de climas relativamente quentes, apresentando bom desenvolvimento em regiões cuja temperatura média se situa entre 18 e 26ºC. Nas condições do Algarve é necessário estabelecer uma relação entre as condições edafoclimáticas e a produtividade e qualidade do fruto. Para desenvolver a cultura da pitaia no Algarve foi constituído um grupo operacional cujo objetivo principal visa inovar ao nível das tecnologias de produção para a pitaia vermelha, de polpa vermelha e de polpa branca, permitindo ter produção durante um período tão longo quanto possível, com vista à satisfação do mercado nacional e internacional. Pretende-se analisar as características das 2 espécies: Hylocereus costaricensis e Hylocereus undatus, testando a produtividade, rusticidade e qualidade dos frutos (incluindo as características organoléticas) de cada uma. Começou-se por fazer um levantamento da situação desta cultura em Portugal, recolhendo informação sobre parcelas de pitaia e plantas isoladas, tanto em agricultores profissionais como em amadores. Estão também a ser instalados vários campos de ensaio/recolha de dados, englobando as duas espécies de pitaia vermelha. Os resultados obtidos no âmbito deste grupo operacional, serão divulgados numa página web (www.frutadragao.com), num manual técnico e em ações de divulgação.
- Manual técnico: a cultura da PitaiaPublication . Trindade, Ana Rita; Trindade, Diamantino; Marques, Natália; Neto, Luís; Duarte, AmilcarO Algarve é uma região com grande tradição frutícola. A alfarrobeira e a laranja são as principais culturas, com mais de metade de toda a superfície ocupada com culturas permanentes. A implementação de novas culturas permite ampliar e diversificar a fruticultura da região, o que lhe adita valor e conduz a uma maior sustentabilidade da atividade agrícola.
- Pitaia: perspetivas e dificuldades de uma “nova” culturaPublication . Trindade, Ana Rita; Reis, Adélia; Sabbo, Luís; Trindade, Diamantino; Paiva, Paulo; Duarte, AmilcarNo Algarve, onde existem condições edafoclimáticas favoráveis ao cultivo de algumas espécies frutícolas exóticas, oriundas de climas tropicais ou subtropicais, surge o interesse no cultivo da pitaia. Esta cultura apresenta altas produções em alguns países e é adequada para terrenos de pequenas dimensões. Ela acaba por satisfazer também a necessidade de diversificar a fruticultura da região. Devido à sua aparência exótica e ao seu alto valor nutritivo, a pitaia tem sido cada vez mais procurada em diversos países, principalmente pelos mercados asiáticos e europeus. Para desenvolver a cultura da pitaia no Algarve foi constituído um grupo operacional cujo objetivo principal visa inovar ao nível das tecnologias de produção para a pitaia vermelha, testando a sua produtividade, rusticidade e qualidade dos frutos. Começou-se por fazer um levantamento da situação desta cultura em Portugal. Estão também a ser instalados vários campos de ensaio/recolha de dados, sobre várias espécies de pitaia vermelha.
- Pitaia: perspetivas e dificuldades de uma "nova" culturaPublication . Trindade, Ana Rita; Reis, Adélia; Sabbo, Luís; Trindade, Diamantino; Paiva, Paulo; Duarte, A.No Algarve, onde existem condições edafoclimáticas favoráveis ao cultivo de algumas espécies frutícolas exóticas, oriundas de climas tropicais ou subtropicais, surge o interesse no cultivo da pitaia. Esta cultura apresenta altas produções em alguns países e é adequada para terrenos de pequenas dimensões. Ela acaba por satisfazer também a necessidade de diversificar a fruticultura da região. Devido à sua aparência exótica e ao seu alto valor nutritivo, a pitaia tem sido cada vez mais procurada em diversos países, principalmente pelos mercados asiáticos e europeus. Para desenvolver a cultura da pitaia no Algarve foi constituído um grupo operacional cujo objetivo principal visa inovar ao nível das tecnologias de produção para a pitaia vermelha, testando a sua produtividade, rusticidade e qualidade dos frutos. Começou-se por fazer um levantamento da situação desta cultura em Portugal. Estão também a ser instalados vários campos de ensaio/recolha de dados, sobre várias espécies de pitaia vermelha.
- Produtividade irregular em tangerineira ‘Fortune’. Efeitos do ácido giberélico e da incisão anelarPublication . Duarte, Amílcar; Trindade, DiamantinoOs níveis de produtividade dos citrinos são extremamente importantes para manter a viabilidade económica das explorações citrícolas, tendo em consideração os baixos preços pagos ao produtor pela fruta produzida. Algumas cultivares de citrinos apresentam problemas de produtividade. É o caso da tangerineira ‘Fortune’, um híbrido entre clementina e tangerineira ‘Dancy’, que tanto pode apresentar elevadas produções como ser completamente improdutiva. Com o objectivo de verificar a eficácia da aplicação de GA3 e da incisão anelar no aumento da produtividade por estímulo ao vingamento do fruto, foram realizados cinco ensaios de campo em várias zonas do Algarve, em pomares jovens de ‘Fortune’ bem conduzidos, que se encontravam em bom estado fitossanitário e sem sintomas de carências nutritivas. Em quatro dos cinco pomares, a produção tinha sido baixa nos anos anteriores. O ácido giberélico foi aplicado por pulverização total das árvores, a uma concentração de 10 mg L-1. Ambas as técnicas (incisão anelar de ramos e pulverização com GA3) foram testadas em diferentes datas, entre a floração e o final da queda de junho. Os ensaios realizaram-se segundo um desenho em blocos casualizados, envolvendo 20 árvores por modalidade, com quatro repetições. Em três dos pomares submetidos a ensaio, a produção foi excessiva em todas as modalidades, incluindo a testemunha, tendo levado à quebra de pernadas com o peso da fruta, e até mesmo ao colapso total das árvores, acompanhada de uma forte queda pré-colheita. Nesses casos, numa análise visual da produtividade, não se observaram efeitos notórios das técnicas aplicadas, mas não foi possível quantificar a colheita. Nos restantes dois ensaios a colheita foi quantificada, por pesagem e contagem dos frutos colhidos. Em nenhum dos casos a aplicação de GA3 ou a incisão anelar induziram um significativo aumento da produtividade ou do calibre dos frutos. Este conjunto de ensaios demonstrou que nem a aplicação de ácido giberélico nem a incisão anelar são eficazes para aumentar ou regularizar a produtividade da tangerineira ‘Fortune’, nas condições do Algarve.
