PMT-MON-DIG-01
Permanent URI for this collection
PROMONTORIA MONOGRAFICA DIGITAL 1
Browse
Browsing PMT-MON-DIG-01 by Issue Date
Now showing 1 - 10 of 53
Results Per Page
Sort Options
- Atas do XI Encontro de Arqueologia do Sudoeste PeninsularPublication .Entre 21 e 23 de outubro de 2021, em Loulé, decorreu o XI Encontro de Arqueologia do Sudoeste Peninsular, dando continuidade a uma tradição científica iniciada na década de 1990. O sucesso deste evento científico entre os que se dedicam à investigação arqueológica nos territórios do sudoeste peninsular refletiu-se na notável participação de cerca de 180 investigadores, bem como nas 74 comunicações orais e 30 pósteres, números que atestam a importância destas regulares reuniões científicas para a região. A diversidade institucional dos participantes constituiu um dos pontos fortes do encontro, reunindo especialistas de universidades, municípios e empresas privadas, bem como investigadores independentes, contribuindo significativamente para a riqueza das discussões e para a amplitude dos temas abordados. Esta heterogeneidade demonstra, de forma clara, os variados interesses de investigação que se reúnem nestes sucessivos eventos, confirmando o seu incontornável valor para a discussão e divulgação dos trabalhos arqueológicos realizados neste quadrante da Península Ibérica. O sucesso do evento deve-se à excelente colaboração entre várias entidades, destacando-se a Câmara Municipal de Loulé, que financiou o evento e disponibilizou as suas instalações e diversos serviços nas sessões de trabalho, e a Universidade do Algarve, através da sua Biblioteca, responsável pela publicação das atas. Esta publicação marca o início de uma nova série editorial da Universidade do Algarve — a Promontoria Monográfica Digital — que sucede à antiga Promontoria Monográfica do Departamento de Artes e Humanidades, na qual foram publicados 17 volumes em papel. A nova série mantém o objetivo de publicar estudos arqueológicos, mas adapta-se aos novos requisitos da publicação científica, oferecendo formatos mais flexíveis e visando uma maior audiência. As publicações serão disponibilizadas em formato PDF, com Digital Object Identifier (DOI) próprio, e em acesso livre no repositório “Sapientia” da Biblioteca da Universidade do Algarve, mantendo ainda a possibilidade de edições impressas. É interessante notar que, por coincidência, o volume inaugural da Promontoria Monográfica, publicado em 2004, consistiu nas Atas do II Encontro de Arqueologia do Sudoeste da Península Ibérica, realizado na Universidade do Algarve. As presentes atas, uma edição conjunta da Universidade do Algarve e do Centro de Arqueologia, Artes e Ciências do Património (CEAACP), seguem os princípios de publicação em acesso aberto, tornado-as acessíveis a todos. O volume, com cerca de oitocentas páginas, inicia-se com uma homenagem ao nosso colega Francisco Gómez Toscano, especialista em arqueología proto-histórica do Sudoeste Peninsular e um dos fundadores destes Encontros. Segue com 52 contribuições organizadas em sete secções temáticas: Pré-História (16 textos), Proto-História (sete textos), Época Romana (seis textos), Idade Média (sete textos), Idade Moderna (cinco textos), Zooarqueologia (seis textos) e Estudos Patrimoniais (cinco textos). Uma estrutura abrangente que reflete a diversidade e riqueza da investigação arqueológica atual no sudoeste ibérico, demonstrando a vitalidade e o dinamismo desta área científica na região. Por fim expressamos o nosso profundo agradecimento a todos os colegas que contribuíram para estas atas com os seus valiosos trabalhos de investigação e aos revisores, que generosamente disponibilizaram o seu tempo para garantir a concretização desta obra coletiva.
- Arquitecturas en el Castillo de Gibraleón (Huelva): evidencias arqueológicas, materiales y técnicas constructivasPublication . Guerrero Chamero, Olga; Pérez Macías, Juan Aurelio; Diañez Rubio, Pablo; Valente, Maria João; Cravalho, António FaustinoSe aportan nuevos datos sobre la evolución de la arquitectura defensiva del castillo de Gibraleón (Huelva) a través de análisis de las técnicas constructivas y la estratigrafía. Se han contrastado los datos obtenidos en campañas anteriores y las fuentes documentales con las nuevas aportaciones de las recientes investigaciones arqueológicas. Desde esta perspectiva se releen los resultados de las campañas arqueológicas anteriores al año 2019. La suma de todos los datos ha permitido realizar una lectura del monumento que permite exponer un estado de la cuestión sobre los materiales y técnicas constructivas empleadas.
- Megalitismo da Serra de Monchique: resultados dos trabalhos de (re)localização de sepulturas sob mamoaPublication . Capela, Fábio; Rato, Ricardo; António Faustino Carvalho; Carvalho, António Manuel Faustino de; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoDurante os meados do século XX foram realizadas explorações arqueológicas no território de Monchique, que proporcionaram a identifi cação de 35 túmulos de tipo cista sob mamoa. Considerando as arquiteturas e as oferendas funerárias, concluiu-se que estes se enquadram nos períodos neolítico e calcolítico. Estes localizam-se maioritariamente na envolvente do Barranco do Banho, onde se situam as afamadas Caldas de Monchique: Rincovo, Palmeira, Cerro do Navete, Belle France, Mirante da Mata, Esgravatadouro/Buço Preto (inclui a sepultura do Olival de José Júdice Samora Gil) e Eira Cavada. O devastador incêndio fl orestal de agosto de 2018 abriu uma janela de oportunidade para verifi car os respetivos estados de conservação. Foi possível relocalizar 29 dos 35 túmulos, e também se identifi caram outras cinco mamoas: uma no Buço Preto/Esgravatadouro, três em Belle France, e uma no Cerro do Oiro. Além disso, também se identifi cou o local de escavação (em 1989) de uma outra sepultura, no Montinho. Este estudo pretende reavivar este complexo sepulcral pré-histórico, divulgando, por um lado, a localização exata dos monumentos funerários e os seus estados de conservação e, por outro lado, desenvolver o seu conhecimento que, embora bastante difundida em meados do século XX, se encontra ainda pouco estudada e insuficientemente valorizada. Os dados arqueológicos coligidos possibilitaram uma nova imagem sobre a distribuição espacial e a implantação das sepulturas que compõem este complexo sepulcral.
- Un thymiaterion zoomorfo de la Sierra de Aroche (Huelva, España) y la localización de un nuevo poblado del HierroPublication . Medina Rosales, Nieves; Bermejo Meléndez, Javier; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoEl poblamiento de la segunda Edad del Hierro en el territorio de Aroche (Huelva) viene representado por la presencia de diversos asentamientos, destacando el Castillo de Maribarba, o Las Peñas. Yacimientos arqueológicos emparentados tanto por sus características físicas, en altura, próximo a cursos de arroyos o ríos, defensas, etc. como por su cultura material, con la cultura céltica. En esta aportación se da a conocer la localización de un nuevo yacimiento céltico, la Mezquita II, que sin duda viene a ampliar la nómina de los existentes, así como a aportar nuevos datos para el conocimiento de este horizonte cultural en la Sierra de Huelva, la zona meridional de la denominada Baeturia Celtica.
- La Monacilla. Un taller metalúrgico entre el siglo VI-V a.C. en la Ría de HuelvaPublication . García Fernández, Marcos; Campos Jara, Pedro; Pérez Macías, Juan Aurelio; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoLa excavación arqueológica de La Monacilla (Aljaraque, Huelva)ha permitido la documentación de una estructura edilicia con cronología de los siglos VI-V, con un único nivel de ocupación. Se caracteriza por la existencia de diversas estancias de planta rectangular con funcionalidades diferenciadas.La actividad productiva predominante documentada es la metalúrgica, concentrada en la estancia de mayores dimensiones, donde se localizan abundantes restos de escoria y pequeñas estructuras negativas de producción, y en torno a la que se organizan el resto de áreas y actividades de la edifi cación. Se aborda en este trabajo el análisis y estudio de las escorias recuperadas en la excavación, que nos permiteplantear su funcionalidad como taller dedicado a la producción de plata, bronce y hierro.
- El primer siglo de la presencia romana en el Bajo Guadalquivir. Sistematización de los contextos de ocupaciónPublication . Blanco Arcos, Francisco José; García Vargas, Francisco José; García Vargas, Enrique; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoEn las últimas décadas, el número de indicios sobre la presencia romana en el Bajo Guadalquivir tras el fi n de la II Guerra Púnica han aumentado exponencialmente debido a los numerosos trabajos arqueológicos realizados en los principales asentamientos del lugar. Sin embargo, a pesar de la abundancia de datos, se carece de una interpretación y un enfoque que abarque en su conjunto a escala regional la realidad de esta primera presencia romana. Este trabajo pretende exponer una síntesis de los contextos de ocupación más relevantes del siglo II a.C. en estos yacimientos, tratando de evaluar el estado de la documentación y caracterizar los elementos tanto constructivos como materiales para valorar el impacto de la presencia romana sobre las comunidades locales a través de la conquista, el comercio y los nuevos hábitos importados del Mediterráneo.
- Aportación al estudio de los recipientes cilíndricos rituales de la Prehistoria reciente del ámbito atlántico-mediterráneo: los hallazgos de PortugalPublication . Narváez-Cabeza de Vaca, María; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoLos recipientes cilíndricos rituales de la Prehistoria Reciente del ámbito Atlántico-Mediterráneo, son unos objetos que se recogen en la literatura arqueológica desde finales del siglo XIX. Estos objetos, presentan una serie de atributos morfológicos y plásticos, que, hasta nuestras recientes investigaciones, han dificultado el poder inferirles una función precisa, entendiéndose estos como recipientes. Están fabricados en diversas materias primas, tales como hueso, piedra caliza o marfil, algunas de ellas de prestigio. Se localizan, mayoritariamente, como parte de ajuares funerarios, con un alto porcentaje en megalitos, aunque existen igualmente algunos ejemplos hallados en las zonas habitacionales. Cronológicamente se sitúan en una amplia franja temporal que abarca del Neolítico a la Edad del Bronce. Se extienden por un vasto territorio desde Portugal a Irak, con la Península Ibérica como principal foco. En el presente trabajo abordamos el estudio de los hallazgos del territorio portugués. Por otra parte, la fuerte presencia de materias primas de prestigio, unidos a la amplia franja temporal y territorial, permiten conocer los influjos comerciales, así como, las corrientes socioeconómicas, culturales y cultuales de las comunidades humanas de la Prehistoria Reciente del ámbito Atlántico-Mediterráneo.
- Cucharas para el ritual de la apertura de la boca en TartesoPublication . Gómez Peña, Álvaro; Carranza Peco, Luis Miguel; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoEntre el repertorio de piezas tartésicas se conocen cinco cucharas con forma de pata de bovino procedentes de los santuarios de la C/ Méndez Núñez-Plaza de las Monjas (Huelva) y Marqués de Saltillo (Carmona, Sevilla). Sus paralelos formales más estrechos remiten a tumbas cartaginesas de la misma época, así como a santuarios y necrópolis egipcias del II y I milenios a.C. En esta última región, este tipo de instrumental fue empleado en una ceremonia religiosa conocida como ‘ritual de la apertura de la boca’, a través de la cual se vivifi caban tanto las esculturas de las divinidades como los difuntos antes de su tránsito al más allá. A partir del análisis de esta liturgia en el área nilótica, se propone la existencia de dicho rito dentro de la tradición fenicio-púnica, siendo las piezas aquí comentadas los ejemplos más occidentales conocidos.
- A terra sigillata da zona termal da Boca do Rio: subsídio para o estudo da evolução cronológica sítioPublication . Martins, Ana; BERNARDES, João Pedro; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoAs investigações levadas a cabo no sítio romano da Boca do Rio, numa parceria entre a universidade do Algarve e a universidade alemã de Marburg, têm permitido conhecer muito melhor o sítio nos últimos anos, nomeadamente a domus e a área termal da frente marítima bem como a área produtiva que se estendia nas suas traseiras. Das sondagens da área termal, sobre a qual a Real Companhia das Pescarias do Algarve vai construir uns pavilhões no século XVIII, ainda existentes, identifi caram-se um conjunto de estruturas que possibilitam identifi car as diferentes partes do edifício romano das termas. Conjugando a posição relativa destas estruturas com os materiais datáveis, nomeadamente a terra sigillata, já é hoje possível ter uma ideia muito plausível de como o edifício teria evoluído. Apresenta-se o estudo dessas cerâmicas fi nas recolhidas nesta área e que constituem um dos indicadores mais fi dedignos para a evolução cronológica do conjunto deste sítio romano.
- As termas romanas de Ebora Liberlitas Ivlia – campanha arqueológica de 2019/20Publication . Sarmento, Ricardo de Morais; Santos, José Rui; Basílio, Eva; Leal, Rosária; Valente, Maria João; Carvalho, António FaustinoPassaram-se mais de 30 anos sobre a descoberta acidental do que se viria a revelar serem as ruínas das antigas termas romanas de Ebora Liberalitas Iulia. O presente artigo pretende divulgar a última intervenção arqueológica realizada sob a direção do arqueólogo José Rui Santos, entre 2019 e 2020. Embora se tenham concluído os trabalhos, aqui apenas se apresentam os resultados preliminares, visto não estar concluído o estudo do espólio exumado. Porém, é possível, adiantar que a intervenção permitiu desvendar novas estruturas e alargar consideravelmente o entendimento de todo o complexo termal da cidade de Ebora Liberalitas Iulia desde a sua génese, até ao presente.
