Poderá a construção do «envelhecimento ativo» prescindir do contributo da educação? Sendo certo que a educação se tem centrado na intervenção pedagógica em crianças e adolescentes e que a formação inicial dos educadores não tem ido muito além da abordagem da primeira fase do curso de vida, mesmo quando o público-alvo da escola é tantas vezes o de adultos que frequentam programas específicos de formação, questiona-se na presente obra as mudanças que é necessário introduzir na formação de educadores dotados das competências indispensáveis à promoção do desenvolvimento do adulto e do idoso, tendo em vista o envelhecimento ativo.