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Percorrer Faculdade de Ciências e Tecnologia por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "09:Indústria, Inovação e Infraestruturas"
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- A Doença Celíaca e as suas comorbilidades autoimunes: Uma revisão das suas relações clínicas e estratégias terapêuticasPublication . Bernardo, Andreia Filipa Gouveia; Silva, Isabel Maria Júlio daA doença celíaca é uma doença autoimune que resulta da complexa interação entre o glúten, a suscetibilidade genética do hospedeiro e o sistema imunitário. Em indivíduos predispostos, o glúten e os péptidos resultantes da sua degradação desencadeiam uma resposta imunitária que provoca lesões na mucosa do intestino delgado com consequente atrofia das suas vilosidades. Como em qualquer outra doença autoimune, a doença celíaca tem uma forte componente hereditária, uma vez que, aproximadamente, 97% dos indivíduos com esta doença possui marcadores genéticos relacionados com o Complexo Maior de Histocompatibilidade classe II, sendo este o fator de risco genético mais importante no desenvolvimento desta enteropatia. O diagnóstico conclusivo é de extrema importância, pois permite iniciar um tratamento imediato e, desta forma, diminuir o risco de complicações da doença. O diagnóstico baseia-se na avaliação integrada dos aspetos clínicos, serológicos, genéticos e histológicos. Atualmente, a dieta isenta de glúten é a única terapêutica eficaz para esta doença. Contudo, encontram-se em estudo novas abordagens terapêuticas que podem servir de complemento à mesma. Alguns exemplos destas novas estratégias incluem terapêuticas enzimáticas orais, moduladores da permeabilidade intestinal, sequestradores de glúten, vacinação e moduladores da resposta imune. Posto isto, na presente monografia irá realizar-se uma revisão bibliográfica relativa a esta doença, onde serão abordados a fisiopatologia, etiologia, epidemiologia, diagnóstico clínico e o tratamento padrão. Adicionalmente, serão também abordadas as complicações mais prevalentes como anemia, osteoporose e doenças cardiovasculares e as novas estratégias terapêuticas. Serão, ainda, descritas as manifestações extraintestinais de origem autoimune mais prevalentes desta doença, das quais são exemplos a Diabetes Mellitus tipo 1, as doenças autoimunes da tiroide, a dermatite herpetiforme e a hepatite autoimune.
- Abordagem atual na seleção de medicamentos emergentes na Depressão ResistentePublication . Martins, Marta Sofia Tomé Vicente de Bastos; Silva, Isabel Maria Júlio daA depressão resistente ao tratamento é caracterizada pela falta de resposta adequada a, pelo menos, dois regimes antidepressivos de diferentes classes, afetando uma percentagem significativa de indivíduos diagnosticados com depressão major. Recentemente, alguns fármacos emergentes têm sido investigados como alternativas promissoras para a depressão resistente ao tratamento. Entre esses tratamentos, destacam-se a cetamina e a escetamina, antagonistas dos recetores NMDA, que oferecem alívio rápido dos sintomas, em doentes refratários ao tratamento. Outras substâncias psicadélicas, como a psilocibina e o MDMA, têm igualmente mostrado resultados positivos em ensaios clínicos, através da modulação dos circuitos neuronais envolvidos no humor e na cognição. As abordagens atuais focam-se em alternativas que vão, além dos mecanismos tradicionais de modulação de serotonina, noradrenalina e dopamina, permitindo uma investigação pormenorizada das vias relacionadas com o equilíbrio neuro químico e a plasticidade cerebral. A seleção dos medicamentos emergentes tem em consideração não apenas os medicamentos inovadores de ação, mas também a capacidade de proporcionar benefícios terapêuticos rápidos e uma melhoria significativa na qualidade de vida dos doentes. No entanto, apesar dos avanços, os desafios relacionados com a segurança a longo prazo, os efeitos adversos e a eficácia consistente precisam ainda de ser abordados em estudos adicionais. Assim sendo, os novos tratamentos representam uma mudança significativa na forma com a depressão resistente ao tratamento é tratada, proporcionando esperança e bem-estar aos doentes que não respondem às terapias convencionais.
- Abordagens terapêuticas do Lúpus Eritematoso Sistémico e impacto na vida do doentePublication . Ruivinho, Beatriz Lourenço; Serralheiro, Ana IsabelO lúpus eritematoso sistémico é uma doença crónica e autoimune, que leva a uma desregulação do sistema imunitário e desenvolvimento de uma resposta inflamatória, mas mesmo desconhecendo-se a totalidade do mecanismo patogénico, sabe-se que este está relacionado com hiperreatividade dos linfócitos T e B, alterações no sistema complemento, produção de autoanticorpos e formação de complexos imunes. O que pode ser potencializado por fatores de risco genéticos, ambientais e hormonais. Por ser uma doença muito heterogénea apresenta várias manifestações clínicas que podem ser cutâneas, musculosqueléticas, pulmonares, entre outras, e diversas complicações e comorbilidades como o desenvolvimento de nefrite lúpica ou de infertilidade e outros problemas aquando da gravidez. Assim sendo, o impacto da doença no dia-a-dia do doente a nível físico, emocional e social é marcadamente relevante, diminuindo bastante a sua qualidade de vida e fazendo com que tenha de existir uma grande capacidade de adaptação e de gestão da patologia e das suas comorbilidades. Para dar um maior conforto e melhorar a vida destes doentes torna-se fundamental o recurso a opções terapêuticas que consigam controlar ou diminuir a atividade da doença e impedir o aparecimento de novos danos, aliadas às quais devem ser aplicadas medidas não farmacológicas como a realização de consultas com um psicólogo. De acordo com as diretrizes terapêuticas, a base do tratamento é a hidroxicloroquina e os glucocorticoides aos quais poderá haver a necessidade de adicionar determinados agentes imunossupressores, como o metotrexato, a azatioprina, o micofenolato de mofetil, o belimumab ou o anifrolumab, a ciclofosfamida, os inibidores da calcineurina e o rituximab. Salienta-se deste modo, que o farmacêutico apresenta um papel fundamental no aumento da qualidade de vida do doente, e que ainda há um longo caminho a percorrer para o melhor entendimento da patologia e existência de melhores opções terapêuticas.
- Acidente vascular cerebral: fisiopatologia, consequências e abordagem farmacoterapêuticaPublication . Pires, Andreia Filipa Pontes; Silva, Isabel Maria Júlio da; Conceição, Jaime Manuel Guedes Morais daO acidente vascular cerebral é a doença neurológica aguda de maior relevância, devido à sua incidência, ao largo espetro de idades em que ocorre e à incapacidade que provoca. É considerado um problema de saúde pública, visto ser uma das principais causas de morbilidade e mortalidade no mundo, bem como a principal causa de morte e incapacidade em Portugal. A fisiopatologia deste quadro clínico envolve uma complexa cascata de eventos que interrompe o fluxo sanguíneo para o cérebro, resultando em isquemia ou hemorragia cerebral. O entendimento desses mecanismos é fundamental para a implementação de estratégias de prevenção, tratamento e reabilitação da doença. O sobrevivente de um acidente vascular cerebral pode apresentar distúrbios cognitivos e comportamentais que resultam, frequentemente, num prognóstico funcional desfavorável. Estima-se que um terço dos sobreviventes possa desenvolver como consequência a longo prazo, comprometimento cognitivo e demência, especialmente em casos de acidente vascular cerebral recorrente. O tratamento de primeira linha para o acidente vascular cerebral isquémico é a trombólise intravenosa com alteplase, mas se este quadro for causado por oclusão de grandes vasos, recorre-se à trombectomia mecânica. No acidente vascular cerebral hemorrágico, são adotadas medidas de controlo da pressão arterial e pressão intracraniana e técnica de ventriculostomia. Na prevenção de novos eventos isquémicos, é instituída a dupla antiagregação (ácido acetilsalicílico e clopidogrel) durante 21 dias, seguido de monoterapia. A utilização de anticoagulantes orais é feita em pacientes com condições específicas, fibrilhação auricular, enquanto na prevenção de eventos hemorrágicos a mesma deve ser interrompida devido ao risco de aumento de hemorragia. Para além disso, utilizam-se agentes de reversão da anticoagulação. Para que tudo seja possível, é necessário haver uma monitorização da terapêutica por parte dos profissionais de saúde, nomeadamente o farmacêutico, que desempenha um papel integral no cuidado de pacientes com acidente vascular cerebral.
- Administração de Fármacos do Nariz para o Cérebro e sua Aplicação na Doença de AlzheimerPublication . Silvestre, Margarida Domingos; Grenha, Ana Margarida MoutinhoHá algumas décadas, a esperança média de vida era cerca de metade da atual, devido às condições precárias em que as populações viviam. Com a evolução da ciência, esta tem aumentado de década para década. O facto de as populações viverem por mais tempo é bastante positivo, mas trouxe também o incremento das doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento natural. Estas doenças afetam as células nervosas cerebrais e, apesar de todo o avanço tecnológico, o cérebro é ainda uma área por explorar. A Doença de Alzheimer é um dos exemplos de doenças neurodegenerativas, sendo a mais prevalente a nível mundial. Crê-se que o seu mecanismo fisiopatológico tenha por base a acumulação de dois tipos de proteínas: a proteína β-amilóide e a proteína tau hiperfosforilada. Não existe atualmente tratamento curativo para esta doença, sendo que a terapêutica disponível tem apenas como finalidade atenuar a sintomatologia inerente à degradação neuronal. Parte da problemática da terapêutica existente prende-se com a via de administração, uma vez que os fármacos administrados por via oral sofrem efeito de primeira passagem, o que resulta na diminuição da sua biodisponibilidade. Além disso, alcançar os locais alvo, localizados no cérebro, requer atravessar a barreira hematoencefálica, o que só é possível com determinadas caraterísticas físico-químicas, como o reduzido tamanho e o equilíbrio entre a lipofilia e a hidrofobia de determinado composto. Surge assim a necessidade de desenvolver novas estratégias de tratamento que ultrapassem estas limitações. Neste contexto, a administração direta de fármacos do nariz para o cérebro emerge como uma solução bastante promissora. Esta abordagem pressupõe a administração de fármacos por via intranasal, uma vez que é a única via que possibilita a condução direta do fármaco até ao cérebro. Esta condução é possibilitada pelos nervos cranianos, o trigémeo e o olfativo, e pela absorção facilitada na mucosa nasal. Neste contexto, a presente dissertação consiste na revisão bibliográfica de estratégias relacionadas com a administração direta de fármacos da cavidade nasal para o cérebro no âmbito do tratamento da Doença de Alzheimer. Serão focadas em particular técnicas de encapsulação em sistemas lipídicos, e a sua posterior administração pela via nasal, mitigando questões associadas ao efeito sistémico e à barreira hematoencefálica.
- Advanced nanotherapeutic strategies transforming diabetic wound healingPublication . Ramos, Filipa; Kumar, Girish; Virmani, Tarun; Sharma, Abhishek; Duarte, Sofia O. D.; Fonte, PedroDue to their high recurrence rates and slow healing, diabetic wounds are becoming a greater public health concern [Citation1]. Each year, 1.6 million cases of diabetic wounds occur in the United States alone, affecting approximately 18.6 million people worldwide [Citation2]. Because of poor cellular regeneration, increased inflammation, and reduced angiogenesis, traditional treatments like debridement, antibiotics, and dressings usually do not work [Citation3]. To overcome the limitations of traditional treatments, there is now a significant demand for advanced therapeutic modalities that promise accurate, efficient, and rapid healing processes [Citation4]. These include microneedles (MNs), exosomes, tetrahedral framework nucleic acids (tFNAs), three-dimensional scaffolds, gene therapy, oxygen-releasing biomaterials, phototherapies, and nanozymes.
- Alterações nos perfis de expressão de microRNAs em resposta ao tratamento cirúrgico da obesidadePublication . Viegas, Sara Dias; Coelho, Ana Luísa de SousaA obesidade é um grave problema de saúde pública. Embora existam diversos tratamentos, incluindo os farmacológicos, a cirurgia bariátrica (CB) é reconhecida como a maneira mais eficaz de perder uma quantidade significativa de peso de forma sustentada, e de ver uma melhoria em várias comorbidades relacionadas. Os microRNA (miRNAs) têm uma função crucial na regulação pós-transcricional da expressão de vários genes importantes em diversos processos biológicos e patológicos. Estes apresentam uma boa estabilidade e especificidade sendo por isso bons potenciais biomarcadores. Parece ser útil perceber se estes poderão ser biomarcadores preditivos de melhores resultados da CB e se havendo alterações nos seus níveis do período pré-cirúrgico para o pós-cirúrgico, estarão estes implicados neste processo, e portanto, poderão ser tanto potenciais moléculas terapêuticas ou alvos terapêuticos, para o tratamento da obesidade. Deste modo, com esta monografia pretendeu-se realizar uma revisão do tipo scoping review segundo as diretrizes PRISMA-ScR tendo como objeto de estudo a bibliografia existente nas bases de dados Pubmed, Web Of Science e Scopus, de forma a identificar os miRNAs que estão a ser estudados pela sua relação à cirurgia bariátrica e as possíveis alterações nos miRNAs após cirurgia. A pesquisa inicial resultou num total de 132 artigos, após a triagem dos mesmos a revisão baseou-se em 29 artigos para análise dos metadados, população e amostragem, dos quais 21 foram analisados quanto às alterações observadas nos diferentes miRNAs circulantes. Verificou-se que um total de 156 miRNAs com a expressão alterada, sendo os miRNA-122, miRNA-21 e miRNA-148a os que se encontravam alterados em mais artigos. Concluiu-se que vários miRNAs sofrem alteração após CB, pelo que estes poderão ser utilizados como biomarcadores ou considerados potenciais alvos terapêuticos, ainda que tenham que ser realizados mais estudos para esclarecer algumas das inconsistências encontradas.
- Another tool for chondrichthyan ex situ conservation: first-time chimaera monstrosa sperm cryopreservationPublication . García-Salinas, Pablo; Gallego, Victor; Asturiano, Juan F.Chondrichthyans, which comprises elasmobranchs (sharks and rays) and holocephalans (chimaeras), are one of the most endangered group of vertebrates on the planet. Ex situ conservation programs, such as captive breeding, are tools that can be used to improve the status of some of the most sensitive species belonging to these groups. However, the use of reproductive techniques is necessary when planning sustainable breeding programs in controlled environments. In recent years, our group has described the protocols necessary to achieve viable sperm extraction and its cryopreservation in 13 species. However, the use of these techniques in the holocephalan group has not yet been explored. Here, the process of obtaining viable sperm in a holocephalan species, Chimaera monstrosa, is presented for the first time. The sperm was obtained from animals recovered from bottom trawling bycatch. It was possible to recover sperm from both males (n = 3), using cannulation and abdominal massage, and females (n = 2), by directly accessing their oviductal glands. Sufficient sperm was obtained from the males to apply cryopreservation protocols developed for elasmobranchs. For this purpose, the sperm was diluted in an extender for elasmobranchs (1 sperm:9 extender) previously developed by our group. The cryopreservation of sperm was achieved through the addition of different cryoprotectants to the extender: methanol, dimethyl sulfoxide (DMSO) and fresh egg yolk. Samples were frozen inside a Styrofoam box using vapor of liquid nitrogen and preserved in liquid nitrogen. Sperm quality was assessed by studying motility and membrane integrity post-thawing. The initial motility and membrane integrity values were close to 54%. The best post-thawing motility values were obtained with a combination of 5% DMSO, 5% methanol and 10% egg yolk, which induced motility values close to 25% and membrane integrity values close to 24%. This is the first time that sperm from this group of animals has been cryopreserved, expanding our knowledge on their reproductive biology and the tools available for their conservation.
- Antibioterapia das infeções por espécies de enterobacterPublication . Gonçalves, Carina Fernandes; Conceição, Jaime Manuel Guedes Morais daA descoberta do primeiro antibiótico por Alexander Fleming foi importante para reduzir o número de mortes causadas por infeções bacterianas. No entanto, o seu uso incorreto e descontrolado permitiu que as bactérias desenvolvessem vários mecanismos de resistência, levando à ineficácia dos antibióticos. O grupo ESKAPE é composto por bactérias que causam infeções nosocomiais e são resistentes aos antibióticos comuns, sendo por isso consideradas uma ameaça para a saúde pública. Neste grupo estão presentes diversas espécies de Enterobacter, sendo as mais comuns Enterobacter cloacae, Enterobacter asburiae e Enterobacter hormaechei. Enterobacterales resistentes aos carbapenemos e resistentes às cefalosporinas de 3.ª geração são classificados pela Organização Mundial de Saúde como prioridade crítica, já que as opções de tratamento são limitadas, provocam elevadas taxas de mortalidade e morbilidade e apresentam uma elevada resistência aos antibióticos. A resistência aos antibióticos é causada pela produção de β-lactamases do tipo AmpC, β-lactamases de espetro alargado e carbapenemases, e também através das bombas de efluxo e alterações de permeabilidade. As espécies de Enterobacter são responsáveis por vários tipos de infeções, como infeções do trato urinário, do trato respiratório, bacteremia, entre outras. O tratamento das infeções causadas pelas espécies de Enterobacter baseia-se no tipo de resistência e de infeção, incluindo fármacos como carbapenemos, cefalosporinas, aminoglicosídeos, monobactamos, entre outros, podendo ser usados em monoterapia ou terapia combinada. Estes fármacos são importantes no tratamento, mas são necessários novos antibióticos para combater estas bactérias que se vão tornando resistentes aos tratamentos existentes. Outras terapêuticas foram desenvolvidas para além dos antibióticos já que a sua produção tem vindo a diminuir ao longo do tempo, sendo que por isso é igualmente importante futuros estudos nestas áreas. O farmacêutico é fundamental neste processo uma vez que garante o uso correto dos antibióticos, de forma a combater a resistência bacteriana e a garantir a eficácia do tratamento.
- Applying data-specific substitution models and mitigating the effects of among-lineage heterogeneity to infer better protein-based phylogeniesPublication . Brazão, João Miguel Rodrigues da Silva; Cox, Cymon J.A major challenge in phylogenetic reconstruction of evolutionary relationships lies in understanding the impact of model-fit on the accuracy of phylogenetic trees. The work conducted in this thesis aims to infer better trees by using amino-acid substitution models that are specific to the study data, and to evaluate strategies to mitigate the effects of systematic bias. Several software programmes for calculating data-specific models were evaluated, with IQ-TREE exhibiting the best features. These models consistently showed a better fit to the data than the pre-computed empirical models, indicating their greater robustness against biases caused by poorer-fitting models. Data-specific substitution models combined with more complex heterogeneous models or data partitioning strategies helped to reduce systematic bias. Among methods evaluated to identify heterogeneous data, the matched-pairs test of marginal symmetry combined with the Benjamini-Hochberg method exhibited the highest statistical power, identifying composition-heterogeneous sequences that biased the relationships among Archaeplastida and Bryophyta. By contrast, the process of evolution underlying the emergence of land plants from charophyte algae was shown to be composition-homogeneous among lineages in the analyses of nuclear and chloroplast data. Tree-homogeneous and heterogeneous analyses using these data robustly recovered the green algae Zygnematophyceae as the most-closely related to land plants. However, analyses of mitochondrial data placed Charophyceae as the sister-group to land plants; a result that was shown not to be caused by compositional heterogeneity among lineages. Nevertheless, further analyses identified a weak signal favouring Zygnematophyceae as the sister-group of land plants in buried-sites and slower-evolving sites data partitions. The cause of the incongruence between nuclear plus chloroplast data and the mitochondrial data remain unknown but maybe biological in nature rather than due to systematic bias, and perhaps a result of evolutionary processes such as horizontal gene transfer.
