Repository logo
 
Loading...
Profile Picture
Person

Reimão Lopes da Costa, Miguel

Search Results

Now showing 1 - 6 of 6
  • A paisagem de Vila Real de Santo António dos areais da orla às vertentes da Serra
    Publication . Costa, Miguel Reimão
    A desembocadura do Guadiana alargada ao estuário constitui, pela sua diversidade, uma paisagem muito particular na região do Algarve, marcada pela aproximação à orla marítima dos montículos serranos do maciço Hespérico. O barrocal de solos calcários, subunidade intermédia entre a serra do Caldeirão e a faixa litoral, estreita-se a partir do termo de Faro aos campos e almargens de Tavira, dando lugar pelas alturas de São Bartolomeu, na aproximação ao rio, à paisagem dos sapais. Castro Marim, quase na foz, ocupa já, em parte, os outeiros da serra, encerrando a nascente um alinhamento de aglomerados de pequena ou média dimensão que, de Barlavento a Sotavento, marcam a proximidade ao vale do triássico na transição entre o maciço Antigo e o Baixo Algarve.
  • Património rural construído do Baixo Guadiana
    Publication . Costa, Miguel Reimão; Costa, Alexandre Miguel; Teixeira, Eugénia Rodrigues; Ribeiro, Fernando Vítor; Santos, Marta; Malobbia, Stefano; Matias, Valter
    O património rural mediterrânico encerra um quadro de manifestações passadas e presentes com uma riqueza específica e uma diversidade de significados. No quadro de uma ampla parceria dialogante, com uma estrutura técnica entusiasta, dinâmica e crente no desenvolvimento do território do espaço do Mediterrâneo e Baixo Guadiana, foram feitas trocas de experiências, discutidos conceitos e metodologias de intervenção e analisados impactos de onde resultou para cada território um conjunto de acções- piloto de carácter transnacional que consubstanciassem as temáticas do projecto Rural Med, onde se enquadra o presente estudo do Baixo Guadiana.
  • Das casas de trave às casas de espigão: processos de transformação dos montes da Serra do Caldeirão
    Publication . Costa, Miguel Reimão
    À serra do Caldeirão está associada uma arquitectura vernacular própria que se distingue da dos territórios vizinhos. É esta a concepção que se infere da generalidade das abordagens que, de modo mais ou menos aprofundado, incidem sobre o tema. A caracterização da habitação serrana ocorre frequentemente por contraposição à habitação do Algarve Litoral e Barrocal e por integração nas áreas de montanha reconhecidas como espaços de preservação de hábitos e estruturas arcaicas. A investigação que tem vindo a ser desenvolvida neste território1 tem, no entanto, permitido reconhecer um processo diacrónico de transformação da sua arquitectura vernacular que é legível, tanto ao nível morfológico como sintáctico, na grande maioria dos assentamentos da serra. Pretende-se com o presente artigo descrever de forma genérica os diferentes ciclos que conformam esse processo e elaborar, a partir dessa descrição, um diagrama de reinterpretação das plantas integrais de alguns aglomerados que têm vindo a ser elaboradas. Procurar-se-á, numa fase inicial, proceder a uma primeira aproximação ao tema através da (re)leitura articulada de alguns escritos, privilegiadamente datados do segundo e terceiro quartéis do século passado que levantam, em conjunto, algumas questões que a descrição subsequente do processo de transformação dos assentamentos poderá clarificar.
  • Antes ainda dos processos construtivos tradicionais: uma introdução breve ao estudo dos montes da serra do Caldeirão
    Publication . Costa, Miguel Reimão
    Numa época em que os processos de globalização contribuem poderosamente para uma homogeneização cultural insípida e banalizadora, o resgaste ao esquecimento dos elementos, artes, saberes e ofícios associados ao património vernáculo é uma peça essencial que nos vincula ao nosso passado e que faz luz sobre a nossa identidade.
  • Das casas de trave às casas de espigão: processos de transformação dos montes da serra do Caldeirão
    Publication . Costa, Miguel Reimão
    À serra do Caldeirão está associada uma arquitectura vernacular própria que se distingue da dos territórios vizinhos. É esta a concepção que se infere da generalidade das abordagens que, de modo mais ou menos aprofundado, incidem sobre o tema. A caracterização da habitação serrana ocorre frequentemente por contraposição à habitação do Algarve Litoral e Barrocal e por integração nas áreas de montanha reconhecidas como espaços de preservação de hábitos e estruturas arcaicas. A investigação que tem vindo a ser desenvolvida neste território tem, no entanto, permitido reconhecer um processo diacrónico de transformação da sua arquitectura vernacular que é legível, tanto ao nível morfológico como sintáctico, na grande maioria dos assentamentos da serra. Pretende-se com o presente artigo descrever de forma genérica os diferentes ciclos que conformam esse processo e elaborar, a partir dessa descrição, um diagrama de reinterpretação das plantas integrais de alguns aglomerados que têm vindo a ser elaboradas. Procurar-se-á, numa fase inicial, proceder a uma primeira aproximação ao tema através da (re)leitura articulada de alguns escritos, privilegiadamente datados do segundo e terceiro quartéis do século passado que levantam, em conjunto, algumas questões que a descrição subsequente do processo de transformação dos assentamentos poderá clarificar.
  • Aldeias do Algarve: proposta para uma intervenção à escala local
    Publication . Reimão Costa, Miguel
    Os habitantes da serra dividem a província apenas em duas partes: Serra (em sentido lato) e Algarve (em sentido restrito). Os primeiros recebem o nome de Serrenhos e os restantes o de Algarvios.