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Estudo de plantas silvestres comestíveis da região mediterrânica como fontes de compostos bioativos

datacite.subject.fosCiências Naturais::Ciências Biológicaspt_PT
dc.contributor.advisorRomano, Anabela
dc.contributor.advisorGonçalves, Sandra
dc.contributor.authorMoreira, Elsa Cristina da Silva
dc.date.accessioned2016-03-04T09:09:32Z
dc.date.available2016-03-04T09:09:32Z
dc.date.issued2015-11-27
dc.date.submitted2015
dc.descriptionDissertação de mestrado, Engenharia Biológica, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2015
dc.description.abstractAtualmente as plantas silvestres comestíveis são muito procuradas com o intuito de introduzir novos sabores e texturas na alimentação, particularmente na gastronomia gourmet. Os benefícios para a saúde, decorrentes dos elevados níveis de compostos bioativos presentes nestas plantas, são um adicional motivo de interesse. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de extratos de dez espécies silvestres comestíveis (Beta maritima L., Calendula arvensis L., Calamintha nepeta (L.) Savi subsp. nepeta, Helichrysum italicum subsp. picardii (Boiss. & Reuter) Franco, Mentha spicata L., Origanum vulgare subsp. virens (Hoffmanns. & Link) Bonnier & Layens, Oxalis pes-caprae L., Plantago major L. subsp. major, Scolymus hispanicus L. e Urtica dioica L.) como fontes de antioxidantes e inibidores de enzimas relevantes para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2, doença de Alzheimer e de Parkinson. A capacidade antioxidante de extratos aquosos e metanólicos foi avaliada pelos métodos 2,2-difenil-1-picril-hidrazila (DPPH), trolox equivalents antioxidant capacity (TEAC) e ferric reducing antioxidant power (FRAP), e o teor em fenóis e flavonoides totais pelos métodos Folin-Ciocalteu e AlCl3, respetivamente. De um modo geral, os melhores resultados foram obtidos nos extratos metanólicos de O. vulgare e M. spicata sendo possível relacionar o teor em fenóis com a atividade antioxidante. Os extratos metanólicos foram também submetidos a outros testes, avaliação da capacidade de inibição dos enzimas α-amilase (α-APP), α-glucosidase (α-GL), acetilcolinesterase (AChE) e tirosinase e identificação dos compostos fenólicos por HPLC-DAD. H. italicum e M. spicata revelaram interesse terapêutico dado que mostraram elevada capacidade inibitória da AChE e α-GL, e capacidade inibitória moderada da α-APP. Já O. vulgare foi a espécie com maior potencial inibitório da tirosinase. Os ácidos clorogénico e rosmarínico, e rutina foram os compostos fenólicos mais comuns e abundantes nas espécies estudadas. Em suma, as plantas estudadas para além do seu valor nutricional revelaram-se fontes interessantes de composto bioativos.pt_PT
dc.identifier.tid201223066
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/7780
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEngenharia biológicapt_PT
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_PT
dc.subjectDoença de Parkinsonpt_PT
dc.subjectDiabetes mellituspt_PT
dc.subjectAntioxidantespt_PT
dc.subjectEnzimaspt_PT
dc.subjectExtratos vegetaispt_PT
dc.subjectPlantas silvestrespt_PT
dc.subjectPlantas comestíveispt_PT
dc.titleEstudo de plantas silvestres comestíveis da região mediterrânica como fontes de compostos bioativospt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameMestrado em Engenharia Biológicapt_PT

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