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Avaliação da temperatura induzida por ultrassom em phantoms na presença de fluxo sanguíneo mimetizado

dc.contributor.advisorRuano, M. Graça
dc.contributor.authorDuarte, H. Simões
dc.date.accessioned2015-05-15T13:56:01Z
dc.date.available2015-05-15T13:56:01Z
dc.date.issued2013
dc.date.submitted2013
dc.description.abstractHoje em dia a terapia por ultrassom é um recurso amplamente utilizado na fisioterapia, sendo aplicado no tratamento de diversas patologias, tanto nos processos agudos como crónicos. Este projeto visa a caracterização espácio-temporal da temperatura de um tecido quando aplicado ultrassom para fins de terapia térmica. Foram levadas a cabo três experiências considerando phantoms baseados em gel, onde, duas das experiências incluíam um vaso sanguíneo artificial e uma outra que consistia apenas no phantom homogéneo. Os vasos sanguíneos mimetizaram o fluxo sanguíneo de uma veia direita hepática e uma artéria carótida comum. Para cada experiência o phantom foi aquecido pelo dispositivo de terapia por ultrassom emitindo diferentes intensidades (0.5, 1, 1.5, 1.8 W/cm2). A temperatura foi monitorizada por termopares e estimada através dos sinais provindos do transdutor de imagem de ultrassom em pontos específicos no interior do phantom. O procedimento de estimação da temperatura foi baseado no desvio temporal dos ecos, calculados a partir dos desvios dos ecos recolhidos pelo transdutor de imagem de ultrassom. Os resultados mostram que o desvio temporal dos ecos é um método, não invasivo e fiável de estimação da temperatura independente das intensidades de terapia por ultrassom aplicadas e do tipo de fluxo sanguíneo observado nos vasos. A presença do fluxo pulsátil representativo da artéria carótida comum, no ponto de foco do transdutor de terapia por ultrassom origina uma diminuição da variação térmica superior a 50% em relação à experiência em phantoms homogéneos, afetando também a variação da temperatura da área circundante. A maior redução da variação térmica foi registada para o fluxo representativo da artéria hepática, esta atingiu um decréscimo de 60% perante as mesmas condições de terapia aplicada, localização e diâmetro da artéria mimetizada. As percentagens foram obtidas pela comparação com o phantom homogéneo quando aplicada uma intensidade de terapia por ultrassom de 1.5 W/cm2. Em outras palavas, os tecidos vascularizados requerem uma sessão de terapia térmica por ultrassom mais prolongada ou intensidades de terapia por ultrassom mais elevadas e a inclusão de um transdutor de imagem por ultrassom no procedimento de terapia para permitir a monitorização da temperatura de uma forma não invasiva.por
dc.description.sponsorshipUniversidade do Algarve, Faculdade de Ciências e Tecnologiapor
dc.identifier.tid201729091
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/6049
dc.language.isoporpor
dc.subjectEngenharia electrónicapor
dc.subjectTerapiaspor
dc.subjectUltrasompor
dc.subjectTemperaturapor
dc.subjectArtéria caróticapor
dc.subjectFluxo sanguíneopor
dc.titleAvaliação da temperatura induzida por ultrassom em phantoms na presença de fluxo sanguíneo mimetizadopor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.disciplineEngenharia Eletrónica e Telecomunicaçõespor
thesis.degree.levelMestrepor
thesis.degree.nameMestrado em Engenharia Eletrónica e Telecomunicaçõespor

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