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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Tem sido observado que, no contexto educacional chileno do ensino de Inglês como língua estrangeira, os professores confiam nos manuais como uma ferramenta útil e estandardizada para o ensino e a aprendizagem de vocabulário. Assim, é importante investigar como os manuais apresentam o vocabulário, bem como se as metodologias utilizadas pelos professores fazem parte das abordagens atuais para o ensino e, consequentemente, para a aprendizagem duma segunda língua. Este estudo tem dois objectivos: analisar o vocabulário activo de quatro dos manuais de Inglês como língua estrangeira, de forma a ser comparada com listas de frequência do British National Corpus; e recolher através de um questionário, as respostas de dezasseis professores sobre as teorias para a aprendizagem de idiomas subjacentes às actividades de vocabulário usadas por eles na aula de língua Inglesa. No entanto, mantém-se em aberto a questão se essas descobertas podem permanecer, num estudo realizado com uma amostra maior de professores inquiridos. O estudo combina metodologia quantitativa e qualitativa, a fim de obter dados que permitiram responder às perguntas de pesquisa. Os resultados do estudo mostram que os manuais precisariam de algumas alterações, a fim de reduzir a lacuna existente quando comparados com as listas de frequência do corpus. Os resultados também demonstram que os professores enfatizam a importância dos aspectos lexicais da linguagem, de acordo com os princípios estabelecidos na abordagem comunicativa para o ensino de línguas estrangeiras. Este estudo pretende ainda contribuir para a compreensão do fenómeno da aquisição de vocabulário de segunda língua, no contexto das escolas Chilenas.
Descrição
Palavras-chave
Vocabulário Manuais Aquisição de segunda língua Listas de frequência Abordagem comunicativa na aquisição de língua estrangeira Abordagem lexical Cobertura
