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Atitudes dos enfermeiros perante morte cerebral e transplantação de órgãos

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Tendo em conta a investigação médica, a doação de órgãos vai continuar a ser a fonte fundamental de órgãos para transplante. O reconhecimento e a manutenção dos potenciais dadores em morte cerebral estão entre os grandes desafios enfrentados pelas equipas que trabalham em cuidados intensivos e urgências (Duarte, Salviano & Gresta, 2004). Como membro da equipa de saúde, o enfermeiro, apesar de não ser responsável pela decisão no processo, participa nos cuidados ao potencial dador de órgãos. Este estudo tem como objectivo analisar eventuais relações entre um conjunto de variáveis sócio-demográficas, de caracterização da experiência dos enfermeiros e as suas atitudes perante morte cerebral e transplantação de órgãos, para, assim, se compreenderem as suas atitudes perante a temática. A amostra foi constituída por 130 enfermeiros, correspondendo a uma taxa de resposta de 76%. Os dados foram recolhidos nos serviços de Urgência e Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital de Faro e do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio. Para avaliação das variáveis em estudo utilizaram-se três questionários: de dados sócio-demográficos; de caracterização da experiência dos enfermeiros em relação à morte cerebral e transplantação de órgãos e das suas atitudes perante morte cerebral e transplantação de órgãos (Kim, Fisher & Elliott, 2006a). Os resultados obtidos sugerem que os enfermeiros apresentam disposição para serem dadores de órgãos, assim como consideram o transplante de órgãos importante na melhoria da qualidade de vida do receptor. O estudo sugere também que o desconhecimento e a inexperiência dos enfermeiros nesta temática estão relacionados com o seu desconforto em relação à doação de órgãos. Torna-se, assim, importante promover programas de informação/formação sobre o processo de doação de órgãos, com o objectivo de colmatar a falta de informação e de conhecimentos. Este estudo poderá ser útil no desenvolvimento desses programas, procurando reforçar a atitude positiva dos enfermeiros e melhorar a sua capacidade para actuação no processo de doação de órgãos.

Descrição

Dissertação de mest., Psicologia (Psicologia da Saúde), Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Univ. do Algarve, 2010

Palavras-chave

Morte cerebral Doação de órgãos Transplantação Atitudes Enfermeiros

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