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Retábulos na Arquidiocese de Braga

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Tendo em conta que os retábulos enquadravam a mesa do altar, eram entendidos pelos responsáveis religiosos como um local sagrado, como se verifica com alguma regularidade na documentação da época, nomeadamente num edital de 25 de janeiro de 1785, em que o bispo do Pará e mais tarde arcebispo de Braga, D. frei Caetano Brandão refere: nós podemos dizer com segurança que a Divindade habita corporalmente sobre os nossos altares. Durante séculos decorreram nos retábulos os principais eventos litúrgicos promovidos nos espaços onde se localizavam. Na fase de maior esplendor, isto é, no Antigo Regime, assistimos com alguma frequência à substituição de um retábulo por um outro, não tanto pelo seu estado de conservação, mas sobretudo por motivações de ordem estética, pretendendo-se um exemplar mais atualizado, isto é, ao moderno. Assim, se compreende a constante renovação ocorrida na maioria dos retábulos desta arquidiocese, sacrificando-se ainda em finais do século XVIII muitos exemplares de épocas anteriores. Aponta-se como exemplo paradigmático a destruição do grandioso retábulo quinhentista, de pedra de Ançã, da capela-mor da sé de Braga, por ordem do arcebispo D. Gaspar de Bragança. O património retabular remanescente no território correspondente à atual arquidiocese de Braga é constituído por um significativo acervo, subsistindo ainda muitos espécimes de grande relevância artística, executados maioritariamente por profissionais sedeados na região de entre Douro e Minho.

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Palavras-chave

Retábulos

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Departamento de Artes e Humanidades da Universidade do Algarve

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