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Desempenho cognitivo em diferentes períodos de abstinência no alcoolismo: um estudo transversal

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologiapt_PT
dc.contributor.advisorSilva, Dina Lúcia Gomes da
dc.contributor.authorNóbrega, Joana Carolina Câmara
dc.date.accessioned2018-12-14T12:07:48Z
dc.date.available2018-12-14T12:07:48Z
dc.date.issued2018-05-07
dc.date.submitted2018
dc.description.abstractA disfunção cognitiva associada à dependência de álcool tem sido extensivamente documentada. Contudo, a literatura permanece ambígua relativamente às funções cognitivas que estão mais comprometidas nas perturbações de uso de álcool (PUA) e como a duração da abstinência afeta a sua recuperação. A literatura também permanece inconclusiva relativamente aos fatores que influenciam a especificidade, extensão e gravidade dos défices observados nesta população. Este estudo reuniu estas duas tendências de investigação e procurou compreender as diferenças no funcionamento cognitivo de alcoólicos abstinentes e analisar como a duração da abstinência influencia o potencial de recuperação cognitiva, assim como avaliar a influência de dois fatores de risco para disfunção cognitiva nas PUA, nomeadamente, o número de desintoxicações e a idade de início de PUA. Os 43 indivíduos avaliados foram comparados com base na duração da abstinência: curto-prazo (ACP; < 1 mês), médio-prazo (AMP; > 1 mês e < 1 ano) e longo-prazo (ALP; > 1 ano) e comparados a um grupo de controlo. Os participantes foram ainda comparados pelo número de desintoxicações (< 2 DETOX; ≥ 2 DETOX) e por grupos etários de início de PUA (< 15 anos; 16-19 anos; 20-25 anos; > 25 anos). Foram avaliados nos domínios da atenção, memória, aprendizagem associativa, capacidades visuoespaciais e visuoconstrutivas, linguagem, fluência verbal, funções executivas e raciocínio abstrato. Os resultados sugerem que a atenção se encontra comprometida num período inferior a um ano e que há potencial de melhoria cognitiva com abstinência prolongada. O número de desintoxicações teve uma influência moderada no desempenho na flexibilidade mental. A idade de início de PUA não evidenciou influência significativa no funcionamento cognitivo. Estes resultados suportam a hipótese de disfunção cerebral difusa, sugerem que a disfunção cognitiva pode se abater após um ano de abstinência e argumentam que um maior número de desintoxicações tem um efeito ligeiro na cognição.pt_PT
dc.identifier.tid202023273pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/12179
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectDéfices cognitivospt_PT
dc.subjectPerturbação de uso de álcoolpt_PT
dc.subjectAbstinênciapt_PT
dc.subjectDesintoxicaçãopt_PT
dc.subjectAdolescênciapt_PT
dc.titleDesempenho cognitivo em diferentes períodos de abstinência no alcoolismo: um estudo transversalpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameMestrado em Neurociências Cognitivas e Neuropsicologiapt_PT

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