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Abstract(s)
A contraceção oral possui um impacto geográfico extenso, sendo consumida por milhões de pessoas. Desde 1960, ano em que foi introduzida a primeira pilula, Enovid - 10®, a contraceção oral tem passado por grandes progressos ao longo das décadas, comemorando em 2010, 50 anos de existência. A pilula, constituída por estrogénios e progestogénios sintéticos passou por alterações a nível da concentração de estrogénios, no tipo de progestogénio, como o desenvolvimento de novos progestogénios, como a drosperinona, dianogest, acetato de ciproterona, acetato de clorimadrona e acetato de normegestrel (4ªgeração) e no regime de pausa hormonal com a finalidade de diminuir os efeitos secundários.
A principal função da contraceção hormonal é a inibição da ovulação e assim prevenir a ocorrência de uma gravidez não desejada. No entanto, a contraceção hormonal é acompanhada de uma série de benefícios a nível não concecional.
Com a evolução farmacológica, foram associados riscos de tromboembolismo venoso e cancro o que é condicionado com fatores de risco associados. Certos medicamentos como antibióticos, anti epiléticos, anti virais e o hipericão interagem com a contraceção oral diminuindo a sua eficácia.
Para uma utilização segura e eficaz da contraceção oral, cabe ao farmacêutico um papel preponderante no aconselhamento e explicação face aos benefícios, efeitos secundários, riscos e interações associadas, principalmente na contraceção de emergência, não sujeita a receita médica. Assim, a monografia que se segue tem como objetivo enquadrar a contraceção oral do ponto de vista histórico e farmacológico, bem como o aconselhamento por parte do farmacêutico na sua dispensa. Assim, será feita uma abordagem acerca da evolução da contraceção oral, desde o seu aparecimento, tendo em conta as várias pilulas disponíveis no mercado, mecanismo de ação, efeitos secundários, interações medicamentosas, riscos e benefícios.
Description
Dissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2013
Keywords
Ciências farmacêuticas Contraceção Benefícios Riscos Farmacêuticos