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Diabetes mellitus: terapêutica convencional versus Fitoterapia

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorMiguel, Maria Graça
dc.contributor.authorSilva, Marcos José Inácio
dc.date.accessioned2017-09-18T08:40:24Z
dc.date.available2017-09-18T08:40:24Z
dc.date.issued2016-10-27
dc.date.submitted2016
dc.descriptionDissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2016
dc.description.abstractA designação Diabetes mellitus (DM) refere-se a um conjunto de distúrbios metabólicos, que partilham uma manifestação fisiológica em comum, hiperglicemia. Dependendo da etiologia da doença, os fatores que contribuem para hiperglicemia incluem: um défice total ou parcial na produção de insulina, resistência face à ação da insulina, ou de ambos os fenómenos. Esta condição patológica é caracterizada tendo em conta a génese do processo que conduz a hiperglicemia, em oposição a outros critérios como a idade ou o tipo de terapêutica a que o doente é sujeito. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a DM classifica-se, essencialmente, em três tipos diferentes: tipos 1, 2 e gestacional (Powers, 2015a). Durante as últimas décadas, tem-se registado um grande aumento na prevalência e taxa de incidência da DM, como resultado de uma mudança significativa no estilo de vida da população. Além do mais, trata-se de uma patologia com um elevado grau de morbilidade que, como tal, apresenta um enorme impacto económico associado e constitui um grave problema de saúde pública (Sandu et al., 2016). Considerando o facto de, atualmente, a terapêutica convencional não responder a todos os obstáculos impostos pela patologia, torna-se imperativa a procura de terapêuticas alternativas e complementares. A fitoterapia, que se baseia na utilização de plantas medicinais com o objetivo de alcançar a cura ou atenuar determinadas condições patológicas, nomeadamente doenças crónicas, como é o caso da DM, pode constituir outra abordagem terapêutica. A pesquisa e estudo de plantas com atividade antidiabética tem sido relativamente importante nos últimos anos, com o intuito de complementar a terapêutica atual, a partir do conhecimento tradicional empírico (Awasthi et al., 2016). A presente dissertação tem como objetivo analisar a farmacologia e farmacoterapia inerentes à DM e confrontar este panorama com a fitoterapia, apresentando exemplos de plantas com atividade antidiabética, de acordo com os respetivos mecanismos de ação.pt_PT
dc.identifier.tid201708868pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/9964
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectDiabetes mellituspt_PT
dc.subjectFitoterapiapt_PT
dc.subjectHiperglicemiapt_PT
dc.subjectTerapêuticapt_PT
dc.subjectPlantaspt_PT
dc.subjectAntidiabéticapt_PT
dc.titleDiabetes mellitus: terapêutica convencional versus Fitoterapiapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve, Faculdade de Ciências e Tecnologia
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameCiências Farmacêuticaspt_PT

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