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Diferentes modelos organizativos de cuidados de saúde primários apresentam diferenças no desempenho?

datacite.subject.fosCiências Sociais::Economia e Gestãopt_PT
dc.contributor.advisorSantos, Sérgio Pereira dos
dc.contributor.advisorAmado, Carla
dc.contributor.authorTeixeira, Cristiano de Jesus
dc.date.accessioned2017-10-18T17:09:22Z
dc.date.available2017-10-18T17:09:22Z
dc.date.issued2017-06-23
dc.date.submitted2016
dc.descriptionDissertação de mestrado, Gestão de Unidades de Saúde, Faculdade de Economia, Universidade do Algarve, 2017
dc.description.abstractIntrodução: A última reforma dos Cuidados de Saúde Primários em Portugal assumiu como objetivos: estabilidade, rigor, melhor acesso, ganhos em saúde e ganhos de eficiência. Passados cerca de oito anos, está ainda por demonstrar, se se está a caminhar no sentido de atingir esses objetivos. Objetivos: Este estudo procura dar um contributo para esta temática avaliando se é possível observar diferenças significativas no desempenho de alguns dos diferentes modelos organizativos introduzidos aquando da reforma dos cuidados primários em Portugal. Metodologia: Por forma a concretizar este objetivo, compilámos os resultados alcançados por todas as unidades funcionais do país (i. e. Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSPs) e Unidades de Saúde Familiar (USFs)) relativos a 12 indicadores comuns contratualizados com estas unidades. Tendo por base estes indicadores, foi então utilizada a técnica do Data Envelopment Analysis (DEA) por forma a determinar a taxa de desempenho médio de cada uma das quatro tipologias consideradas e foi utilizado o Índice de Produtividade de Malmquist ajustado, por forma a determinar as principais causas subjacentes aos níveis de desempenho observados. Em particular, explorámos até que ponto é que a gestão interna das unidades (mensurada pelo Within-group performance spread) e a estrutura organizativa da tipologia a que pertencem (mensurada através do Productivity gap between frontiers) contribuem para a o nível médio de desempenho destas unidades. Resultados: A taxa média de desempenho estimada foi de 90,95% para as UCSPs, 95,79% para as USFs-A e 97,81% para as USFs-B. As USFs-A, quando comparadas com as UCSPs, apresentam, em média, um nível de produtividade superior em 8,55%. Por outro lado, as USFs-B, quando comparadas com as USFs-A, apresentam, em média, um nível de produtividade superior em 2,99%. Conclusões: O modelo organizacional de USF apresenta um nível de desempenho médio superior ao observado no modelo organizacional das UCSPs. No entanto, a estrutura organizativa das USF-B parece não justificar o investimento financeiro avultado que está a ser feito nas mesmas.pt_PT
dc.identifier.tid201739330pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/10106
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectCuidados de saúde primáriospt_PT
dc.subjectEficiênciapt_PT
dc.subjectÍndices compósitospt_PT
dc.subjectData envelopment analysispt_PT
dc.subjectÍndice de produtividade de Malmquistpt_PT
dc.titleDiferentes modelos organizativos de cuidados de saúde primários apresentam diferenças no desempenho?pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve, Faculdade de Economia
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameGestão de Unidades de Saúdept_PT

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