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Paisagens sonoras: o cotidiano nas poéticas da contemporaneidade

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Paisagens sonoras são retratos radiográficos do local onde se inserem, contam histórias do ambiente e dos seres que o povoam. Através delas, podemos constatar uma abertura para um novo mundo de sons, ruídos e silêncios, e, consequentemente para outras atitudes de escuta que lançaram autores e compositores em encontros inusitados “possibilitando tanto o desvelamento de outras escutas e materialidades sonoras, quanto à formalização de novos procedimentos e poéticas composicionais”. (Santos, 2013). No decorrer do artigo, são apresentados conceitos sobre Poéticas do Cotidiano e Paisagens sonoras, com o objetivo de refletir sobre o cotidiano, onde se se revelam as diversas atividades artísticas e práticas sociais que são exercidas. A busca por uma nova forma de escuta e reflexão sobre todos os sons, transformam as obras artísticas, que utilizam as paisagens sonoras, em poéticas cotidianas e importantes fontes culturais na contemporaneidade. É no instante das rupturas do cotidiano que se instaura a inventividade, o atrevimento, a criatividade e a transgressão; na desordem realinham-se novas criações. Assim, para além da obervação dessas poéticas, são apresentadas de modo qualitativo, instalações sonoras que abordam narrativas atuais por meio de paisagens sonoras, entre elas: Quintal dos Sons (2019); La Selva74 (2004); Caminho das Águas (2015), Acousmatic Park (2016) e Partituras e Objectos (2021).

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Palavras-chave

Paisagens sonoras Cotidiano Poéticas Contemporaneidade Instalações sonoras

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