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Fibrilhação e neurotoxicidade da proteína priónica
dc.contributor.advisor | Melo, Eduardo P. | |
dc.contributor.author | Pires, Cátia | |
dc.date.accessioned | 2014-02-24T15:04:21Z | |
dc.date.available | 2014-02-24T15:04:21Z | |
dc.date.issued | 2012 | |
dc.description | Dissertação de mest., Engenharia Biológica, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2012 | por |
dc.description.abstract | A acumulação de fibrilhas no cérebro tem sido associada a diversas doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, Parkinson e encefalopatias espongiformes, entre outras. Estes agregados proteicos resultam do misfolding das proteínas, que perdem a estrutura nativa dando origem às fibrilhas. Apesar dos debates sobre a causa da toxicidade celular ser devido a estados intermediários ou a fibrilhas maduras, a progressão das doenças resulta sempre em morte celular. O estudo de compostos capazes de inibir a fibrilhação é por isso indispensável. O objetivo deste trabalho teve por base a análise da formação de fibrilhas da proteína priónica na presença dos osmólitos arginina e glicerol e a avaliação da toxicidade das fibrilhas nestas condições. Através da coloração do núcleo de células N2a com um fluoróforo identificou-se a quantidade de células em apoptose nas várias condições. Paralelamente foi realizado um ensaio de viabilidade celular, permitindo determinar a quantidade de células viáveis durante o tempo de exposição às fibrilhas. Para se observar a interação das fibrilhas com as células neuronais, utilizou-se um fluoróforo para marcar as fibrilhas, permitindo acompanhar a sua deslocação e internalização pelas células. A análise dos resultados permite afirmar que apesar de ocorrer um atraso da fibrilhação na presença dos osmólitos, a diferença nos níveis de toxicidade entre as diversas condições não foi significativa. Relativamente à interação das fibrilhas com as células verificou-se que se associam muito rapidamente com a membrana celular, sendo que após algumas horas já ocorreu internalização das fibrilhas nas células. Após internalização, as fibrilhas deslocam-se pelas dendrites, o que pode constituir um mecanismo de transmissão das fibrilhas e infecciosidade entre as células. Um conhecimento mais profundo sobre os mecanismos de toxicidade celular das fibrilhas e uma avaliação do efeito dos osmólitos na estrutura e morfologia das fibrilhas contribuirão certamente para o aprofundamento dos conhecimentos sobre as doenças priónicas. | por |
dc.identifier.tid | 201867435 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/3505 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.peerreviewed | yes | por |
dc.subject | Engenharia biológica | |
dc.subject | Cérebro | |
dc.subject | Doenças | |
dc.subject | Proteínas | |
dc.subject | Células | |
dc.subject | Morte | |
dc.subject | Toxicidade | |
dc.title | Fibrilhação e neurotoxicidade da proteína priónica | por |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | por |
rcaap.type | masterThesis | por |
thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia | por |
thesis.degree.level | Mestre | por |
thesis.degree.name | Mestrado em Engenharia Biológica | por |