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A evolução farmacoterapêutica na doença de Parkinson

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Resumo(s)

Nesta dissertação faz-se uma breve abordagem de aspectos históricos relacionados com a Doença de Parkinson, sendo também apresentados os principais sinais e sintomas que ocorrem. No segundo capítulo são apresentados os principais medicamentos anti-parkinsónicos disponíveis no mercado em Portugal com especial enfâse na levodopa. Seguidamente, apresentam-se as interacções farmacológicas (graves e moderadas) e as contra-indicações (graves e moderadas) dos anti-parkinsónicos mais administrados, em ambulatório. Na perspectiva da evolução Farmacoterapêutica, descreve-se um novo fármaco – opicapone - em desenvolvimento pela Bial numa parceria com a companhia japonesa Ono Pharmaceutical Co., Ltd. Na abordagem de outras terapêuticas apresentam-se dois exemplos de espécies que podem ser utilizadas em medicamentos homeopáticos, o Agaricus muscarius e a Gelsemimium sempervirens. Descreve-se, ainda, a técnica cirúrgica - Deep Brain Stimulation. Termina-se com a apresentação de conclusões que apontam para a dinâmica da evolução Farmacoterapêutica na Doença de Parkinson, para o papel fundamental da Farmácia Comunitária no apoio aos doentes e para a importância de uma verdadeira interacção entre médicos e farmacêuticos.

Descrição

Dssertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2013

Palavras-chave

Ciências farmacêuticas Doença de Parkinson Fármacos Interações medicamentosas Contra-indicações Farmacoterapêutica

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