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Perceções e representações dos idosos sobre o papel da animação sociocultural no seu bem-estar: um estudo de caso exploratório na Associação Âncora

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O processo de envelhecimento caracteriza-se por ser contínuo, irreversível e universal, implicando a ocorrência de várias alterações no organismo que se repercutem em dimensões diversas do desenvolvimento humano. Não obstante a sua universalidade, existem, todavia, várias formas de envelhecer, associadas tanto à variabilidade das características dos indivíduos, como ao contexto sociocultural. Neste sentido, envelhecer relaciona-se não só com as alterações biológicas e psicológicas, mas também com os padrões sociais dominantes e a forma como as sociedades perspetivam o envelhecimento. O objetivo deste trabalho é apresentar as principais bases teóricas e empíricas no âmbito da promoção do desenvolvimento e envelhecimento ativo em pessoas idosas, através do papel do animador e da animação sociocultural. A emergência desta perspetiva positiva e de desenvolvimento permite reforçar o princípio da plasticidade dos processos de envelhecimento e desmistificar muitos dos mitos que associam a velhice a um processo patológico. As bases concetuais e empíricas subjacentes ao desenvolvimento no envelhecimento são apresentadas neste trabalho, bem como as perceções e representações que os idosos têm sobre o papel da animação sociocultural no seu bem-estar.

Descrição

Dissertação de mestrado, Educação Social, Escola Superior de Educação e Comunicação, Universidade do Algarve, 2016

Palavras-chave

Velhice Envelhecimento ativo Animação sociocultural

Contexto Educativo

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