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Advisor(s)
Abstract(s)
Parental care is, for most mammal species, a behaviour only present in the female. Studiesshowed that 95% of mammal species exhibit female-only care, and the remaining 5% of
species will show biparental care. In birds, however, the vast majority of species will showbiparental care, both during incubation and while rearing the growing chicks. To incubate
the egg and feed the growing chick periodically, is very energy-consuming for the parents, which is why, while breeding, bird parents need to display a certain degree of synchrony in their behaviour. This is especially relevant for pelagic seabirds, often engaging on long and distant forays. Animals will allocate a large proportion of their time and energy in foraging, and this foraging is limited by the mobility, distribution, abundance and predictability of food resources. On top of that, conditions at sea are much more challenging and variable than inland conditions. At sea, food resources can change drastically, not only in sheer amounts, but also in location. Individuals must therefore be able to identify, understand and adapt to marine environmental drivers around them and their breeding location, in order to successfully locate prey for themselves and their nestlings. The long distances, as well as the long periods that foraging trips can take for each parent, will further challenge the coordination between mates, at-sea or at-colony, to successfully and efficiently provide for their growing chick at the nest.
Nos últimos anos, perceber e controlar as alterações globais devido a actividades humanas tornou-se uma prioridade não só para a pesquisa cientifica, mas também para a responsibilidade civil. Com as recentes mudanças no clima, e todas as consequências para o meio ambiente, em tempos em que tentamos entender como nos adaptar, como sociedade, para superar essas situações terríveis, os cientistas têm se perguntado mais do que nunca como poderiam a fauna e a flora sujeitas a essas mudanças adaptar-se e viver através delas. A Terra passou por varias fases de evolução, e a fauna sempre se adaptou ao seu ambiente, em diferentes escalas. Mas, recentemente, as actividades do ser humano trouxeram mudanças ambientais de uma magnitude sem precedentes. Os cientistas estão documentando cada vez mais acerca dos impactos das atividades antrópicas sobre os animais selvagens, e principalmente nas mudanças de comportamento. Isso é explicado pelo o fato que para muitas espécies, a primeira resposta a essas mudanças serão os ajustes comportamentais, que podem levar ao surgimento ou à perda de tradições em certas espécies usando o aprendizado social como transmissão de comportamentos (Gruber et al., 2019). Tais respostas podem dar tempo para que as mudanças genéticas surjam, facilitando assim as adaptações de longo prazo às novas condições ambientais (Tuomainen & Candolin, 2011). No entanto, eles também alertam que tais respostas comportamentais também podem levar a uma diminuição na aptidão populacional, pois essas mudanças se concentrarão no bem-estar do indivíduo e não da população. Embora sejam importantes para a sobrevivência imediata, as respostas comportamentais nem sempre são adaptativas, nem a plasticidade comportamental é sempre suficiente para contrariar a magnitude de algumas mudanças ambientais (Wong & Candolin, 2015). Um dos grupos de animais mais estudado nessa matéria são as aves. Por serem extremamente diversificadas, amplamente distribuídas e apresentarem uma complexidade comportamental e de organização social semelhante à dos mamíferos, e ainda serem facilmente acessíveis em ambientes naturais, as aves sempre foram excelentes objetos de estudos em biologia e uma pedra angular na evolução da etologia (Konishi et al. , 1989; Turner, 2007). As aves marinhas, em particular, são bioindicadores extremamente bons de seu ambiente, muitas vezes sendo predadores de topo e omnipresentes (Burger & Gochfeld, 2004). Devido ao ambiente hostil em que vivem, as aves marinhas geralmente formam laços de pares de longo prazo (Black & Hulme, 1996). Como a disponibilidade de recursos alimentares no seu território pode variar, os pais devem organizar o seu investimento entre o cuidado da cria e sua automanutenção. Esse equilíbrio é importante ser realisado para não comprometer o sucesso reprodutivo futuro dos pais (Gillies et al., 2021; Stearns & Stephen C., 1992; Trivers , 1972). Como a disponibilidade de recursos alimentares no seu território pode variar, os pais devem organizar o seu investimento entre o cuidado da cria e sua automanutenção. Esse equilíbrio é importante ser realisado para não comprometer o sucesso reprodutivo futuro dos pais (Gillies et al., 2021; Stearns & Stephen C., 1992; Trivers , 1972). Os casais reprodutores só podem beneficiar em coordenar as suas atividades de cuidado ((incubação do ovo, viagem de forrageamento do filhote, proteção do ninho etc.) Gillies et al., 2021)
Nos últimos anos, perceber e controlar as alterações globais devido a actividades humanas tornou-se uma prioridade não só para a pesquisa cientifica, mas também para a responsibilidade civil. Com as recentes mudanças no clima, e todas as consequências para o meio ambiente, em tempos em que tentamos entender como nos adaptar, como sociedade, para superar essas situações terríveis, os cientistas têm se perguntado mais do que nunca como poderiam a fauna e a flora sujeitas a essas mudanças adaptar-se e viver através delas. A Terra passou por varias fases de evolução, e a fauna sempre se adaptou ao seu ambiente, em diferentes escalas. Mas, recentemente, as actividades do ser humano trouxeram mudanças ambientais de uma magnitude sem precedentes. Os cientistas estão documentando cada vez mais acerca dos impactos das atividades antrópicas sobre os animais selvagens, e principalmente nas mudanças de comportamento. Isso é explicado pelo o fato que para muitas espécies, a primeira resposta a essas mudanças serão os ajustes comportamentais, que podem levar ao surgimento ou à perda de tradições em certas espécies usando o aprendizado social como transmissão de comportamentos (Gruber et al., 2019). Tais respostas podem dar tempo para que as mudanças genéticas surjam, facilitando assim as adaptações de longo prazo às novas condições ambientais (Tuomainen & Candolin, 2011). No entanto, eles também alertam que tais respostas comportamentais também podem levar a uma diminuição na aptidão populacional, pois essas mudanças se concentrarão no bem-estar do indivíduo e não da população. Embora sejam importantes para a sobrevivência imediata, as respostas comportamentais nem sempre são adaptativas, nem a plasticidade comportamental é sempre suficiente para contrariar a magnitude de algumas mudanças ambientais (Wong & Candolin, 2015). Um dos grupos de animais mais estudado nessa matéria são as aves. Por serem extremamente diversificadas, amplamente distribuídas e apresentarem uma complexidade comportamental e de organização social semelhante à dos mamíferos, e ainda serem facilmente acessíveis em ambientes naturais, as aves sempre foram excelentes objetos de estudos em biologia e uma pedra angular na evolução da etologia (Konishi et al. , 1989; Turner, 2007). As aves marinhas, em particular, são bioindicadores extremamente bons de seu ambiente, muitas vezes sendo predadores de topo e omnipresentes (Burger & Gochfeld, 2004). Devido ao ambiente hostil em que vivem, as aves marinhas geralmente formam laços de pares de longo prazo (Black & Hulme, 1996). Como a disponibilidade de recursos alimentares no seu território pode variar, os pais devem organizar o seu investimento entre o cuidado da cria e sua automanutenção. Esse equilíbrio é importante ser realisado para não comprometer o sucesso reprodutivo futuro dos pais (Gillies et al., 2021; Stearns & Stephen C., 1992; Trivers , 1972). Como a disponibilidade de recursos alimentares no seu território pode variar, os pais devem organizar o seu investimento entre o cuidado da cria e sua automanutenção. Esse equilíbrio é importante ser realisado para não comprometer o sucesso reprodutivo futuro dos pais (Gillies et al., 2021; Stearns & Stephen C., 1992; Trivers , 1972). Os casais reprodutores só podem beneficiar em coordenar as suas atividades de cuidado ((incubação do ovo, viagem de forrageamento do filhote, proteção do ninho etc.) Gillies et al., 2021)
Description
Keywords
Adaptação Procelariformes Comportamento de busca alimentar Cambios ambientais Crescimento da cria