| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.08 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Social media is wildly used by United Kingdom adolescents, with potential benefits and harm. This study examined the adverse impact of social media on adolescent well-being in the United Kingdom. The study used a mixed-method approach. 150 respondents were chosen through convenience sampling. An online survey was used to collect data from participants who accessed the study link via emails. SPSS was used to examine survey data. Regression analysis was used to examine the relationship between the frequency and timing of social media engagement and self-reported outcomes. Out of the 150 chosen participants, only 67 fully completed the study questionnaire, resulting in a response rate of 44.67%. The research findings revealed that social media considerably affects the sleep patterns (50%), anxiety, tension, and emotional discomfort (50%) of United Kingdom teens. Most respondents participate in life comparisons, highlighting their vulnerability to digital platforms. Correlation study (r = -0.292, p < 0.05) revealed a relationship between extended social media use and deteriorating mental health in teenagers. In the realm of cyberbullying, while a minority of teenagers reported being direct victims, a substantial percentage acknowledged witnessing online abuse. The mean score for teenagers reporting direct bullying on social media was 1.72. The mean score for seeing others endure bullying was markedly high at 2.87. The findings indicate that passive exposure to cyberbullying is very widespread. Ultimately, participants indicated that social validation metrics, such as likes and comments, significantly influenced their self-esteem. The study confirms that social media involvement among adolescents has significant psychological dangers. These concerns include altered sleep patterns, heightened stress, vulnerability to cyberbullying, and diminished self-esteem. The research emphasises the need for a unified, coordinated strategy to mitigate these risks. However, the research's applicability to the wider teenage population is constrained by its modest sample size of 67 individuals in the United Kingdom.
As redes sociais são amplamente utilizadas por adolescentes do Reino Unido, com potenciais benefícios e danos. Este estudo examinou os impactos das redes sociais no bem-estar de adolescentes no Reino Unido. O estudo utilizou uma abordagem de método misto. A amostragem por conveniência foi utilizada para selecionar uma amostra de 150 respondentes. Uma pesquisa online foi utilizada para a recolha de dados dos participantes que acederam ao link do estudo por e-mail. Para examinar os dados da pesquisa foi empregue o sistema SPSS. A análise de regressão foi utilizada para examinar a relação entre a frequência e o momento do envolvimento nas redes sociais e os resultados autorrelatados. A análise temática foi utilizada para interpretar os dados das entrevistas. Dos 150 participantes selecionados, apenas 67 responderam ao questionário do estudo integralmente, resultando numa taxa de resposta de 44,67%. A pesquisa revelou que as redes sociais afetam significativamente os padrões de sono (50%), a ansiedade, a tensão e o sofrimento emocional (50%) dos adolescentes do Reino Unido, com muitos adolescentes envolvidos em comparações de vida entre si, destacando a sua vulnerabilidade às plataformas digitais. Um estudo de correlação (r = -0,292, p < 0,05) revelou uma relação entre o uso prolongado de redes sociais e a deterioração da saúde mental nos adolescentes. No contexto do cyberbullying, embora uma minoria de adolescentes tenha relatado ser vítima direta, uma percentagem substancial reconheceu ter testemunhado abuso online. A pontuação média para adolescentes que relataram bullying direto nas redes sociais foi de 1,72. A pontuação média para ver outros a sofrer de bullying foi notavelmente alta (2,87). Os resultados indicam que a exposição passiva ao cyberbullying é muito disseminada. Por último, os participantes indicaram que as métricas de validação social, como gostos e comentários, influenciaram significativamente a sua autoestima. O estudo confirma que o envolvimento em redes sociais entre adolescentes representa riscos psicológicos significativos. Essas preocupações incluem padrões de sono alterados, aumento do stress, vulnerabilidade ao cyberbullying e diminuição da autoestima. A pesquisa enfatiza a necessidade de uma estratégia única e coordenada para mitigar esses riscos. No entanto, a aplicabilidade da pesquisa à população adolescente em geral é limitada pelo tamanho modesto da amostra, de 67 indivíduos no Reino Unido.
As redes sociais são amplamente utilizadas por adolescentes do Reino Unido, com potenciais benefícios e danos. Este estudo examinou os impactos das redes sociais no bem-estar de adolescentes no Reino Unido. O estudo utilizou uma abordagem de método misto. A amostragem por conveniência foi utilizada para selecionar uma amostra de 150 respondentes. Uma pesquisa online foi utilizada para a recolha de dados dos participantes que acederam ao link do estudo por e-mail. Para examinar os dados da pesquisa foi empregue o sistema SPSS. A análise de regressão foi utilizada para examinar a relação entre a frequência e o momento do envolvimento nas redes sociais e os resultados autorrelatados. A análise temática foi utilizada para interpretar os dados das entrevistas. Dos 150 participantes selecionados, apenas 67 responderam ao questionário do estudo integralmente, resultando numa taxa de resposta de 44,67%. A pesquisa revelou que as redes sociais afetam significativamente os padrões de sono (50%), a ansiedade, a tensão e o sofrimento emocional (50%) dos adolescentes do Reino Unido, com muitos adolescentes envolvidos em comparações de vida entre si, destacando a sua vulnerabilidade às plataformas digitais. Um estudo de correlação (r = -0,292, p < 0,05) revelou uma relação entre o uso prolongado de redes sociais e a deterioração da saúde mental nos adolescentes. No contexto do cyberbullying, embora uma minoria de adolescentes tenha relatado ser vítima direta, uma percentagem substancial reconheceu ter testemunhado abuso online. A pontuação média para adolescentes que relataram bullying direto nas redes sociais foi de 1,72. A pontuação média para ver outros a sofrer de bullying foi notavelmente alta (2,87). Os resultados indicam que a exposição passiva ao cyberbullying é muito disseminada. Por último, os participantes indicaram que as métricas de validação social, como gostos e comentários, influenciaram significativamente a sua autoestima. O estudo confirma que o envolvimento em redes sociais entre adolescentes representa riscos psicológicos significativos. Essas preocupações incluem padrões de sono alterados, aumento do stress, vulnerabilidade ao cyberbullying e diminuição da autoestima. A pesquisa enfatiza a necessidade de uma estratégia única e coordenada para mitigar esses riscos. No entanto, a aplicabilidade da pesquisa à população adolescente em geral é limitada pelo tamanho modesto da amostra, de 67 indivíduos no Reino Unido.
Descrição
Palavras-chave
Redes sociais Adolescentes Saúde mental Cyberbullying Reino Unido
