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Esclerose múltipla - etiologia e tratamento de uma doença crónica

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Nos últimos 15-20 anos assistiu-se a uma notória evolução do conhecimento sobre a Esclerose Múltipla e das possibilidades terapêuticas disponibilizadas, alterando completamente a anterior atitude de quase apenas observar a sua evolução. Neste trabalho identificam-se os vários fenótipos e os mecanismos celulares e moleculares que conduzem ao processo de inflamação crónica da Esclerose Múltipla. Hoje a terapêutica farmacológica da Esclerose Múltipla, encontra-se dirigida à prevenção de exacerbações pelo controlo da inflamação e reversibilidade das lesões características da doença. No entanto, ainda não existe nenhuma terapêutica com eficácia evidente para o tratamento da progressão da doença Assim, com a ambição de definir um tratamento mais eficiente vários imunomoduladores têm sido desenvolvidos, sobre os quais recairá alguma da atenção neste estudo. As opções terapêuticas melhoraram muito com a visão teórica actual sobre a fisiopatologia da Esclerose Múltipla, com ênfase na multiplicidade e heterogeneidade dos processos bioquímicos e celulares envolvidos. Deste modo, a contínua busca de novos tratamentos passará pela pesquisa de novos fármacos para a fase clínica Esclerose Múltipla Progressiva Primária, que passaria por uma futura terapêutica eficaz e no aumento da eficácia na Esclerose Múltipla Remitente Recidivante e Esclerose Múltipla Progressiva Secundária.

Descrição

Dissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2013

Palavras-chave

Ciências farmacêuticas Esclerose múltipla Imunofarmacologia Inflamação

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