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Variações sazonais da composição química e índice de condição da amêijoa-boa, Ruditapes decussatus, na Ria Formosa

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A nível nacional, por reunir as condições mais propícias para a reprodução e desenvolvimento da amêjoa-boa (Ruditapes decussatus), a Ria Formosa constitui o mais importante centro de exploração desta espécie de elevado valor comercial, representando cerca de 80% das amêijoas comercializadas em Portugal. O cultivo é realizado em viveiros, explorados por mariscadores, organizados em associações. Uma estimativa conservadora indica que existem mais de mil viveiros na Ria Formosa, os quais providenciam ocupação para cerca de dez mil pessoas. Com este trabalho pretendeu-se determinar a variação mensal dos teores em proteínas, hidratos de carbono, lípidos, humidade e cinzas, na amêijoa-boa. Paralelamente, calculou-se um índice de condição fisiológica baseado nos pesos do miolo e da concha. Estes parâmetros foram depois relacionados de forma a avaliar a sazonalidade da composição nutricional da amêijoa-boa e a sua eventual repercussão na comercialização e gestão dos viveiros deste bivalve na Ria Formosa.

Descrição

Palavras-chave

Dieta mediterrânica

Contexto Educativo

Citação

Aníbal, J.; Viegas, A. S.; Geraldes, A.; Francisco, V. Variações sazonais da composição química e índice de condição da amêijoa-boa, Ruditapes decussatus, na Ria Formosa, Trabalho apresentado em 13º Congresso do Algarve, In Livro do Congresso, Lagos, Portugal, 2007.

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