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A metaficção no romance pós-modernista português

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Desde a década de 70 que teóricos procuram definir “metaficção” e críticos como Robert Scholes, Patricia Waugh ou Linda Hutcheon tentam descrever a nova tendência metaficcional, sendo de consenso a ideia de que é metaficcional todo o texto literário que reflicta sobre si mesmo conscientemente e criticamente. Linda Hutcheon, na obra Narcisistic Narrative. The Metafictional Paradox, de 1984, vai apresentar uma proposta de tipologias dentro da tendência metaficcional, ressalvando sempre a dificuldade de definir tipologias estanques com um corpus de análise tão vasto e díspar. O nosso trabalho terá, para além de uma explanação teórica sobre metaficção privilegiando as opiniões de Linda Hutcheon, a análise de um corpus literário para exemplificar e fundamentar a base teórica. Foram escolhidas para este estudo textos do pós-modernismo português que se enquadram na maior parte das tipologias descritas por Linda Hutcheon. Temos, para a metaficção overt os textos de José Cardoso Pires, O Delfim, de Augusto Abelaira O Triunfo da Morte, e de Mário de Carvalho Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto. Para a metaficção covert temos os textos de José Cardoso Pires Balada da Praia dos Cães e Dinossauro Excelentíssimo, de Lídia Jorge O dia dos prodígios, e de Carlos de Oliveira Finisterra. Como exemplo de metaficção historiográfica temos as obras de Mário de Carvalho Um deus passeando pela brisa da tarde, de Hélia Correia Lillias Frazer e de Augusto Abelaira, O Bosque Harmonioso.

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Literatura portuguesa Estudos literários

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