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Os estilos parentais e a qualidade de vida percebida pelos adolescentes
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Nunes, Cristina | |
| dc.contributor.author | Almeida, Catarina Ribeiro Freire de | |
| dc.date.accessioned | 2016-05-04T13:18:04Z | |
| dc.date.available | 2016-05-04T13:18:04Z | |
| dc.date.issued | 2014 | |
| dc.date.submitted | 2014 | |
| dc.description | Dissertação de mestrado, Psicologia da Educação, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2014 | |
| dc.description.abstract | A adolescência é a fase de transição entre a infância e a adultez, caracterizada por diversas alterações que representam para o adolescente um período conturbado. Neste sentido, as práticas parentais podem facilitar ou dificultar todo o processo, visto que os pais são os principais responsáveis pelo desenvolvimento de competências sociais, competências estas cruciais para um bom desenvolvimento. Desta forma, o principal objetivo deste estudo é analisar as relações entre as diferentes práticas parentais e a sua relação com a perceção que os adolescentes têm da sua qualidade de vida. Participaram no presente estudo 249 alunos de cinco escolas do Distrito de Faro, (53% raparigas e 47% rapazes) com idades compreendidas entre os 12 e os 17 anos de idade (M = 14,69; DP = 1,667). Estes alunos responderam a três questionários distintos que pretendiam obter informação sobre: dados sociodemográficos; estilos parentais (ESPA) e qualidade de vida (Kidscreen). Os resultados encontrados no nosso estudo indicam que as práticas parentais derivadas da dimensão Aceitação/Implicação criam adolescentes com uma perceção da vida mais positiva do que adolescentes criados em lares cujas práticas derivavam da dimensão Coerção/Imposição. Ou seja, os estilos caracterizados pelo afeto, disciplina, castigos não punitivos e consistência, são os que estão associados a um desenvolvimento mais positivo, o que por sua vez cria adolescentes equilibrados e adultos produtivos para a sociedade em que estão inseridos. Já os estilos que estão associados a características como, pouco diálogo, coerções físicas e pouco afeto tendem a influenciar os adolescentes de uma forma predominantemente negativa em todas as esferas da sua vida. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 202229106 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/8130 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Psicologia da educação | pt_PT |
| dc.subject | Comportamentos parentais | pt_PT |
| dc.subject | Socialização | pt_PT |
| dc.subject | Qualidade de vida | pt_PT |
| dc.subject | Adolescência | pt_PT |
| dc.title | Os estilos parentais e a qualidade de vida percebida pelos adolescentes | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | |
| thesis.degree.level | Mestre | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia da Educação | pt_PT |
