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Resiliência, coesão e adaptabilidade familiares após o divórcio: um estudo sobre filhos e pais
dc.contributor.advisor | Martins, Maria Helena | |
dc.contributor.author | Dias, Inês Isabel Fernandes | |
dc.date.accessioned | 2015-04-15T14:24:31Z | |
dc.date.available | 2016-04-15T00:30:10Z | |
dc.date.issued | 2012 | |
dc.date.submitted | 2012 | |
dc.description.abstract | O ambiente familiar constitui um espaço privilegiado que contribui significativamente para o desenvolvimento harmonioso da criança. Proporciona o encontro entre gerações, a transmissão de afetos e valores e constitui uma rede de apoio face às tarefas desenvolvimentais e/ou momentos de crise. Perante uma ocasião de oportunidade e/ou risco, como o processo de divórcio parental, é necessário que a família seja suficientemente flexível para se adaptar às novas circunstâncias, sendo necessárias características como a resiliência, coesão e adaptabilidade familiares. Esta investigação consiste num estudo correlacional descritivo que objetiva averiguar e analisar os mecanismos utilizados pelos filhos na adaptação positiva ao processo de divórcio parental. Integra uma amostra não probabilística de 62 participantes (n=31 progenitores; n=31 filhos), que responderam a dois questionários sociodemográficos (versão para pais e para filhos) e três instrumentos: o Inventário MSCR (Measuring State and Child Resilience), a Escala HKRAM (Healthy Kids Resilience Assessment Module) e a Escala FACES III (Family Adaptability and Cohesion Evaluation Sacle). Os resultados sugerem uma associação positiva entre níveis elevados de resiliência e níveis elevados de coesão e satisfação familiares percebidas. Além disso, no seio familiar, a perceção de filhos e pais acerca da capacidade de adaptabilidade e da satisfação da família parece encontrar-se positivamente associada. Ao nível da resiliência verificou-se ainda a presença de uma correlação positiva muito significativa entre a subescala resiliência-traço (progenitores) e a subescala response-set breakers (filhos). Os resultados obtidos parecem indicar que, na sequência do processo de divórcio parental, a resiliência nas crianças e jovens pode ser facilitada pela coesão entre os membros da família, bem como pelos traços de resiliência dos próprios progenitores. | por |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/5911 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | |
dc.subject | Psicologia da educação | por |
dc.subject | Filhos | por |
dc.subject | Pais | por |
dc.subject | Divórcio | por |
dc.subject | Resiliência | por |
dc.subject | Coesão familiar | por |
dc.subject | Famílias | por |
dc.subject | Satisfação | por |
dc.title | Resiliência, coesão e adaptabilidade familiares após o divórcio: um estudo sobre filhos e pais | por |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | por |
rcaap.type | masterThesis | por |
thesis.degree.discipline | Psicologia da Educação | por |
thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | pt_PT |
thesis.degree.level | Mestrado | por |
thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia da Educação | por |
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