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Cinema, propaganda e poder: o Cine Jornal Brasileiro na era Vargas

datacite.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Comunicaçãopt_PT
dc.contributor.advisorSilva, Bruno
dc.contributor.advisorLeal, Paulo Roberto Figueira
dc.contributor.authorAmericano, Álvaro Eduardo Trigueiro
dc.date.accessioned2019-08-22T10:28:58Z
dc.date.available2022-06-12T00:30:13Z
dc.date.issued2019-06-12
dc.date.submitted2019
dc.description.abstractOs primeiros 40 anos do século XX foram marcados como um tempo de intensa ebulição política, social e econômica. No espaço de pouco mais de quatro décadas o mundo assistiu, como em um filme de suspense, o desenvolvimento dos meios de comunicação de massa, em especial o cinema, os horrores provocados por duas Grandes Guerras Mundiais, o Crash da Bolsa de Nova Iorque e a Grande Depressão, que afetaram a maioria dos países. Foi a época da entrada em cena de novas ideologias e doutrinas – à esquerda e à direita –, a tomada do poder por movimentos autoritários e/ou totalitários, que provocaram a queda de democracias parlamentares, com a eclosão em grande escala dos sentimentos nacionalistas, antiliberais, anticomunistas e, muitas vezes xenófobos. Principalmente após o uso da propaganda durante da Iª Grande Guerra, suas técnicas e estratégias passaram a ser incorporadas de forma definitiva para conquista e legitimação da ideologia dos grupos que alcançavam o poder. Nossa tese trata desse momento histórico, especialmente no Brasil, que assistiu e foi influenciado pelos acontecimentos mundiais. O país foi abalado no início dos anos 1930 por uma revolução que decretou o fim do poder das oligarquias que dominavam a política brasileira desde o século XIX. Alçado à condição de líder revolucionário, o então presidente do Rio Grande do Sul, Getúlio Vargas, assumiu o governo interino do país. Revoltas e tentativas de golpe marcaram seu período no poder e ajudaram a desembocar na decretação do “Estado Novo”. O regime, que durou de 1937 a 1945, se caracterizou como uma ditadura, com plenos poderes do Presidente da República, fechamento do Congresso Nacional, censura aos meios de comunicação e uma intensa propaganda ideológica, espelhado nos projetos dos regimes totalitários da Europa, em especial Itália e Alemanha, países com os quais apresentou proximidade ideológica. A partir do Cine Jornal Brasileiro (CJB), com a mobilização de técnicas e instrumentos da Análise de Conteúdo, apontamos alguns dos componentes ideológicos que nortearam o projeto estadonovista, com destaque para a busca pela modernização, via industrialização do país, a negação dos conflitos entre trabalhadores e proprietários dos meios de produção, a busca da unidade nacional orientada pelo Estado forte e centralizado, a construção e exaltação da personagem do líder/pai, desempenhada por Getúlio Vargas e o estabelecimento do diálogo do regime e a sociedade, que produziu e sustentou o poder exercido pelo “Estado Novo”.pt_PT
dc.identifier.tid101618034pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/12731
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCine Jornal Brasileiropt_PT
dc.subjectPropaganda ideológicapt_PT
dc.subjectEstado Novopt_PT
dc.subjectDepartamento de imprensa e propagandapt_PT
dc.subjectGetúlio Vargaspt_PT
dc.titleCinema, propaganda e poder: o Cine Jornal Brasileiro na era Vargaspt_PT
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typedoctoralThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
thesis.degree.levelDoutor
thesis.degree.nameDoutoramento em Comunicação, Cultura e Artespt_PT

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